Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 153,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,27 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,13 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,21 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,24 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 133,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 147,25 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.536,73 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.447,51 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 126,99 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 143,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,69 / cx
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Influenza Aviária

Uruguai declara emergência sanitária após confirmar foco de IAAP em Colônia

Medida foi adotada após infecção em aves de quintal; produção avícola comercial segue livre do vírus, mas feiras e movimentações não controladas estão suspensas

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Uruguai declara emergência sanitária após confirmar foco de IAAP em Colônia
O Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca (MGAP) do Uruguai declarou emergência sanitária em todo o território nacional nesta sexta-feira, 4 de setembro de 2026, após a confirmação de um foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) H5 em aves de quintal no departamento de Colônia. A decisão ativa protocolos rigorosos de contenção para impedir que a enfermidade alcance as granjas comerciais do país.

Detalhes do foco e restrições adotadas

O fato principal: O foco está restrito a uma propriedade de subsistência/quintal em Colônia. Até o momento, não há registros de contágio na avicultura comercial, e o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro para a população.

Medidas de contenção e restrições sanitárias
  • Confinamento obrigatório: Aves de quintal e de sistemas Free Range (caipiras/soltas) devem ser mantidas obrigatoriamente abrigadas em instalações fechadas e cobertas.
  • Suspensão de eventos: Feiras, leilões, exposições e qualquer aglomeração de aves estão proibidos em todo o território uruguaio.
  • Restrição de trânsito: Proibida a movimentação de aves de subsistência não cadastradas. Lotes sob o Sistema de Monitoramento Avícola continuam transitando com controle sanitário regular.
  • Ações na propriedade: A fazenda afetada foi interditada, sendo determinado o abate sanitário, destruição das aves expostas, limpeza, desinfecção e rastreamento epidemiológico de vínculos recentes.
Contexto epidemiológico e saúde pública
  • Reincidência no ano: O Uruguai havia encerrado um estado de emergência anterior no final de abril de 2026, decorrente de casos detectados em aves silvestres em fevereiro. O surgimento do vírus em aves domésticas de quintal motivou a retomada imediata da emergência nacional.
  • Monitoramento de humanos: O Ministério da Saúde Pública acompanha as pessoas que tiveram contato direto com o plantel infectado, reforçando que o vírus não se transmite facilmente para humanos.
  • Sinais de alerta para notificação: Autoridades pedem notificação imediata diante de mortalidade súbita, sintomas respiratórios, cristas azuladas, queda na postura de ovos ou sinais nervosos no rebanho.

Panorama da emergência sanitária no Uruguai (Setembro/2026)

ParâmetroSituação Atual / Diretriz Sanitária
Local do FocoDepartamento de Colônia (aves de quintal/subsistência)
Status ComercialLivre. Nenhum caso detectado na avicultura comercial
Aves Free Range / QuintalConfinamento compulsório em galpões fechados
Eventos e TrânsitoFeiras e exposições suspensas; trânsito restrito para não cadastrados
Segurança AlimentarSem risco. Consumo de carne de frango e ovos mantido normalmente
Histórico RecenteSegunda emergência do ano (anterior por aves silvestres encerrada em abril)
A decretação preventiva de emergência sanitária reflete a estratégia do governo uruguaio de erguer uma barreira epidemiológica em torno da avicultura comercial. A preservação do status sanitário das granjas industriais é crítica para evitar sanções comerciais e suspensão de barreiras de exportação por parceiros internacionais, mantendo a estabilidade do abastecimento interno e do fluxo de vendas do setor avícola na América do Sul.
Fonte: O Democrata
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