Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Cadeia produtiva do frango é uma das mais atingidas pela crise no RS

Trabalhadores da indústria de alimentação analisaram situação do setor nesta terça e apresentaram propostas para aliviar impacto.

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Redação (21/01/2009)- Trabalhadores da indústria de alimentação apresentam propostas para diminuir os efeitos da crise econômica mundial no setor. No Rio Grande do Sul, a cadeia produtiva do frango é uma das mais atingidas.

A Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frango (Abef) espera crescimento de 5% neste ano, mas não escapou da crise neste início de 2009. Houve mais de mil demissões em empresas gaúchas. Os números foram analisados pela Federação dos Trabalhadores da Indústria da Alimentação nesta terça, dia 20.

– O que mais preocupa nesses dados é que as empresas desse setor não tiveram nenhum prejuízo. O que pode acontecer é o encolhimento do lucro, mas prejuízo efetivo não houve, e de forma preventiva já estão demitindo os trabalhadores – disse o secretário-geral da organização, Darci Rocha,

De acordo com ele, muitas empresas que ainda não demitiram estão com os trabalhadores em férias coletivas.

– Nossa preocupação é se, na volta dessas férias, esses trabalhadores vão continuar trabalhando ou serão demitidos – justifica.

Os sindicatos reagiram. Diante da orientação da Abef para que o setor reduza em 20% a produção, eles propõem, entre outras coisas, que o governo aumente em duas parcelas o seguro desemprego para trabalhadores demitidos do setor avícola.

– Está colocada a proposta de o governo incentivar, por exemplo, o consumo interno de frango por meio de programas sociais. Parte do produto que seria exportado pode ser absorvida dessa forma – concluiu Rocha.

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