Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 65,35 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,54 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,71 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,46 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,97 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,26 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 155,65 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 164,30 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 181,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 146,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 169,38 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,66 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,68 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.352,41 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.295,10 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 180,07 / cx
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Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 154,65 / cx
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Indústria veterinária cresceu 7% em 2005

Faturamento chegou a R$ 2,2 bilhões. Avicultura foi responsável por 20% desse resultado e a suinocultura, 8,2%.

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Redação (01/03/06)- O SINDAN – Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal – informa que a indústria veterinária encerrou 2005 com faturamento estimado de R$ 2,212 bilhões, valor cerca de 7% superior ao alcançado em 2004, de R$ 2,058 bilhões.

Os números indicam crescimento do mercado de produtos para saúde animal devido ao aumento das exportações de produtos veterinários e à  maior conscientização dos criadores da importância de manter os rebanhos saudáveis, com programas sanitários eficientes.

“Os problemas enfrentados pela cadeia produtiva em 2005, notadamente o baixo preço da arroba do boi – a menor cotação em 35 anos -, levaram muitos criadores a investir na produtividade, viável apenas com o rebanho saudável”, afirma Emílio Salani, presidente do Sindan. “A baixa lucratividade da pecuária – atividade responsável por 58% do mercado de produtos para saúde animal – motivou a mudança de mentalidade e o conseqüente investimento no aumento da eficácia produtiva por meio de programas sanitários. Importante ressaltar que os produtos veterinários representam no máximo 3% do custo do boi”, completa o dirigente.

Além disso, a incessante discussão sobre sanidade nas várias esferas de poder, nas entidades de classe, nos meios de comunicação e entre os próprios produtores, bem como os investimentos em modernização do parque industrial também contribuíram para o crescimento do setor de saáde animal como um todo em 2005 e sinalizam novos resultados positivos em 2006.

“Todos os episódios envolvendo questões sanitárias registrados no País em 2005, como a febre aftosa no Mato Grosso do Sul, a não confirmada suspeita do foco da doença de newcastle também no MS e a preocupação cada vez maior com a gripe aviária, entre outros exemplos, mostram o quanto estamos vulneráveis em sanidade, item de fundamental importância para o sucesso do agronegócio brasileiro”, analisa Emilio Salani. “Na pecuária de corte, é fantástico que mesmo com todas as adversidades enfrentadas ao longo do ano o Brasil acaba de bater novo recorde nas exportações de carne bovina, superando US$ 3,1 bilhões. O mesmo pode ser dito em relação às vendas externas de carne de frango, em que pese o aparecimento da gripe aviária na Europa”, ressalta o presidente do Sindan.

Em 2005, os produtos veterinários destinados aos bovinos representam 58% do faturamento da indústria, o que equivale a R$ 1,287 bilhões, seguido pelo segmento das aves, com cerca de 20% do mercado, ou R$ 398 milhões. O crescimento também ocorreu na suinocultura, que fechou o ano com 8,2% do total, ou R$ 181,9 milhões. Já no segmento de animais de companhia (pets), o desempenho, que dependente do poder aquisitivo da classe média, permaneceu estável, sem acompanhar o crescimento dos setores de nutrição e acessórios. No segmento de eqüinos, ovinos e caprinos, a indástria veterinária registrou leve crescimento.

 

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    R$ 8,71
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