Objetivo da Secretaria Especial de Portos (SEP) é transformar os portos brasileiros em verdadeiras barreiras contra pandemias de todos os tipos.
Plano emergencial contra IA entra em prática na sexta-feira
Redação (24/01/2008)- Começa por Belém (PA), na sexta-feira, a aplicação efetiva de todas as medidas portuárias do Plano Nacional de Influenza Aviária, criado em outubro de 2006. Da primeira fase do programa, participam os dez maiores portos brasileiros, de um total de 34 em todo País. A segunda fase, com outros 12, começará a ser adotada em março, disse o diretor de Revitalização e Modernização Portuária da Secretaria Especial de Portos (SEP), Antonio Mauricio Ferreira Netto. O plano é emergencial, mas a SEP quer que seja a base para transformar os portos brasileiros em verdadeiras barreiras contra pandemias de todos os tipos. O comando para a duração do plano de prevenção à Influenza Aviária no País é do Ministério da Saúde e há dois subgrupos de ação, um de portos e outro de aeroportos. Atualmente, o alerta é de risco nível 3 (sem contágio entre humanos). Mas mesmo depois de dissipado o risco de contágio, as ações serão mantidas. "O programa veio para ficar; os portos não podem ser veículos de doenças", ressaltou o diretor da SEP. Na primeira fase do Plano Nacional de IA estão incluídos os portos de Santos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Rio Grande (RS), Vitória (ES), Salvador (BA), Recife (PE), Fortaleza (CE), São Francisco do Sul (SC), Paranaguá (PR) e Belém (PA). Este último, a partir de sexta-feira, terá implementada a totalidade das ações previstas no plano, que em seguida serão aplicadas nos outros nove terminais da primeira fase do programa.
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