Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Ministro quer dilatar lista de exportadores para a UE

“Evidentemente que uma lista de 300 não é suficiente. Com 300 fazendas você não consegue encher um contêiner”, afirma Stephanes.

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Redação (12/02/2008)- O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, defendeu ontem a liberação de "pelo menos 5 mil fazendas" para exportar carne à União Européia. O bloco suspendeu as importações de carne bovina brasileira depois de o Brasil apresentar uma lista com 2.681 fazendas aptas a vender à UE, que insiste em uma lista menor, com 300 propriedades. 

"Evidentemente que uma lista de 300 não é suficiente. Com 300 fazendas você não consegue encher um contêiner", afirmou Stephanes. "Para haver densidade de exportação, tem que ser pelo menos 5 mil fazendas". Momentos antes, o ministro disse que o número ideal seria de 3 mil a 5 mil propriedades. Sob a impasse com a UE, o Brasil elaborou uma segunda lista com 683 fazendas. 

A primeira lista, com as mais de 2,6 mil propriedades, foi definida nos 30 dias dados pela UE. Em reunião com a Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Carne Bovina do Estado de São Paulo, o ministro admitiu as dificuldades da elaboração da lista nesse prazo. "Foi tudo fechado na correria, segundo o ministro. Aconteceu de maneira ruim", reportou Constantino Ajimasto Júnior, presidente da câmara, que acompanhou o encontro com Stephanes. 

Apesar do acerto entre o Ministério da Agricultura e os governos dos Estados exportadores para que o enxugamento do número de fazendas habilitadas para vender carne bovina à União Européia fosse harmônica e evitasse novas disputas e pressões, novas listas preparadas por Minas Gerais, Santa Catarina e Espírito Santo mostram que o processo não será nada simples. 

O caso mineiro comprova que o potencial para novas divergências é grande. A lista original do Estado era composta por 1.237 propriedades e a revisão diminuiu o número para 512, mas ainda assim muito acima do que querem os europeus. Em Santa Catarina e no Espírito Santo, os ajustes definidos fizeram o número de propriedades cair para 32 em cada Estado. 

Sem contar Rio Grande do Sul, Goiás e Mato Grosso, portanto, já seriam 576 propriedades de um total previsto pelo ministério em 683. Em Brasília, a explicação para este movimento é simples: os governos estaduais querem deixar o ônus de um corte mais profundo para o ministério. 

Stephanes estimou que as discussões sobre o embargo da UE à carne brasileira podem durar mais de quatro meses. "Podemos atender as exigências, que, sob alguns aspectos, são descabidas", disse. Segundo ele, as exportações à Europa podem ser absorvidas por outros mercados, embora não haja interesse pela substituição total. 

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