Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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A evolução da Medicina Veterinária

Os aspectos sanitários dentro da agropecuária vem passando por uma constate evolução. São duas as palavras de ordem na atividade: prevenção e manejo.

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Redação (14/02/2008)- Ambos os aspectos atuam de forma conjunta e propiciam amplo desenvolvimento da atividade, buscando sua máxima eficiência. A Medicina Veterinária caminhou no sentido da prevenção, enquanto a medicina humana, atua no campo da cura. A prevenção é fundamental para tornar a atividade mais econômica.

Hoje, o Médico Veterinário vai à uma granja em busca de saúde, e não de doença, como antigamente.
O maior aliado da prevenção é o manejo. Um manejo adequado é fundamental para o sucesso da atividade agropecuária.
Além do manejo, segundo o Médico Veterinário da Uniquímica, Carlos Tadeu de Castro, dentro da agropecuária, um dos aspectos que mais evoluíram foram as vacinas. “Um correto processo de vacinação, aliado à competência do homem que atua no campo, gera uma grande eficiência”, explicou.

Castro alerta que os aspectos sanitários atualmente, necessitam de mais cuidados. “O grande número de animais nas granjas gera um descontrole sanitário, e o médico veterinário muitas vezes é chamado para ‘apagar incêndios’”, explicou. 

Segundo ele, muitas doenças que já estavam extintas, voltaram à cena, como Micoplasma e Rinite Atrófica, no caso dos suínos. “E estas enfermidades ‘abriram as portas’ para outras enfermidades oportunistas”, explicou.  “Tudo isso é gerado por um manejo inadequado e falta de vazio sanitário.
Segundo Carlos Tadeu de Castro, o futuro da atividade da agropecuária é voltar a fazer o “arroz com feijão”. “Hoje se inventam muitas técnicas, inovações, conceitos…que não deixam de ter sua importância, mas tudo isso, deve ser aliado às técnicas antigas de produção, e que nunca caíram em desuso, como por exemplo, vazio sanitário, desinfecção, número de população correta por baias (caso de suínos) e desmama antes dos 21 dias”, afirmou.  “Estamos preocupados demais com a sofisticação e estamos esquecendo do básico”, afirmou Castro.

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