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Brasil não terá prejuízo com decisão européia de suspender compra de carne, diz CNA

No dia 31 de janeiro, a União Européia suspendeu a compra de carne do Brasil, alegando insuficiência das garantias sanitárias e de qualidade dadas pelo país.

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Redação (15/02/2008)- A decisão da União Européia de suspender as importações de carne in natura brasileira é resultado de pressão de produtores ingleses e irlandeses. Entretanto, o bloqueio não representa prejuízos econômicos para o Brasil, que pode exportar para outros mercados ou atender ao consumo interno.A avaliação é do assessor técnico do Fórum Nacional de Pecuária de Corte da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Paulo Mustefaga.

No dia 31 de janeiro, a União Européia suspendeu a compra de carne do Brasil, alegando insuficiência das garantias sanitárias e de qualidade dadas pelo país. Desde ontem, técnicos do governo brasileiro e representantes do bloco europeu negociam, em Bruxelas, pontos para retomar as importações da carne brasileira, mas o Ministério da Agricultura ainda não divulgou informações sobre a reunião.

Para ele, o bloqueio é fruto de “pressões e campanhas difamatórias” de produtores de carne ingleses e irlandeses no Parlamento Europeu para impor restrições à carne brasileira. “Como não têm um argumento sanitário consistente para impor barreiras à carne brasileira, eles estão se valendo de argumentos técnicos de controle de movimentação de gado para impor restrições, mas, na verdade, isso é uma questão meramente comercial e econômica.”

Para Mustefaga, os produtores europeus não conseguem mais cobrir os custos de produção. “Apesar dos elevados subsídios que recebem não conseguem competir com os produtos brasileiros que vem, ano a ano, ganhando mercado”, afirmou.

De acordo com Mustefaga, o bloqueio não representa prejuízo para o Brasil, uma vez que o país vem ampliando as exportações para outros mercados. Outro fator é que as vendas para a União Européia representam 15% (194 mil toneladas) do total vendido pelo país e 3% da produção.

Mustefaga salientou, entretanto, que a importância do mercado europeu está nos preços pagos pelos países do bloco econômico e pelo fato de as exigências serem rigorosas. Para ele, isso abre outros mercados. “É um mercado importante, por ser muito exigente em termos de condições sanitárias”. O Brasil exporta para a União Européia há mais de 60 anos e nunca foi registrado caso de problema sanitário com a carne brasileira, acrescentou.

Ele afirmou que não é justo restringir o número de exportadores a 300, como pediu a União Européia, uma vez que existem mais de 10 mil fazendas inscritas no Serviço de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (Sisbov), que envolve um conjunto de procedimentos para caracterizar a origem, o estado sanitário, a produção e a segurança dos alimentos. “Não é justo esses produtores, que realizaram investimentos, fizeram esse processo de rastreamento, identificarem seus rebanhos, ficarem fora do processo.”

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