Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Criptosporidiose suína

O principal fator de risco para os leitões é o sistema imune debilitado. Nos animais com baixa resistência e os neonatos, a doença pode ser fatal.

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Redação (31/03/2008)- Criptosporidiose

O que é isso e como posso suspeitar?

A Criptosporidiose, em suínos, é uma doença que causa uma diarréia não hemorrágica, que afeta principalmente os leitões recém desmamados. O agente da Criptosporidiose suína, o Cryptosporidium, pertence à mesma ordem dos agentes da coccidiose.

O principal fator de risco para os leitões é o sistema imune debilitado. Nos leitões com baixa resistência e os neonatos, a doença pode ser fatal.

A doença ganha importância no atual contexto referente à infecção pelo Circovírus suíno tipo 2, pois o Cryptosporidium pode oportunizar-se da situação da imunossupressão provocada pela circovirose.

Como posso diagnosticar a criptosporidiose?

A confirmação do diagnóstico pode ser feita pelo exame histopatológico de fragmentos do intestino, principalmente o íleo (porção final do intestino delgado), e pelo exame de esfregaços de fezes submetidos à coloração especial. Uma outra opção é a pesquisa de oocistos nas fezes.

Como coletar as amostras para o diagnóstico?

Para o diagnóstico parasitológico, coletar aproximadamente 20g de material fecal de animais com sintomas clínicos representativos, armazenando-o em frascos ou sacos plásticos e submetendo-o a refrigeração. Cuidado com coleta do material no chão, pois poderá ocorrer contaminação. É preferível conter o animal e coletar diretamente do ânus.

O exame histopatológico é um dos exames complementares mais utilizados para auxilio no diagnóstico. Escolha um local limpo para proceder a coleta. Com o auxílio de uma tesoura avalie o intestino, separando cerca de 10 cm do íleo a partir do Ceco.  O segmento de alça pode ser dividido em duas amostras. A primeira deve ser acondicionada em frasco de boca larga com tampa, contendo formol a 10% (1 parte de formol para 9 partes de água). A solução deve cobrir totalmente o fragmento, facilitando assim a fixação pelo formol. Lacrar o frasco com fita crepe ou esparadrapo. A segunda amostra deve ser acondicionada em saco plástico limpo.

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