Paraná, Goiás, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais detectaram a presença intensa desta doença, não somente na soja, mas também em feijão, batata, girassol entre outras culturas.
Sclerotinia em soja preocupa
As doenças conhecidas como mofo branco ou podridão branca recebem esses nomes em função dos sintomas e sinais externos causados na planta: presença de lesões encharcadas nos órgãos afetados, de coloração parda e consistência mole, com micélio branco, de aspecto cotonoso, cobrindo porções dos tecidos.
Os sintomas e sinais externos causados pelo ataque destes fungos são observados pelo aparecimento simultâneo de uma mancha branca, que é o micélio do fungo, com aspecto cotonoso cobrindo a toda a lesão. Na soja os sintomas ocorrem geralmente no terço médio das plantas atingindo a haste principal, pecíolos, folhas e vagens. Dependendo da intensidade poderá ocorrer o secamento total da planta. A resistência e durabilidade das Sclerotinias são muito grandes, podendo durar no solo até 11 anos. Sua disseminação ocorre principalmente por sementes e as perdas de produtividade são variáveis, ficando numa média de 25%. O controle através de fungicidas deve ser feito preventivamente e a rotação de cultura indicada para áreas com histórico da doença.
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