Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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GSI Brasil mira liderança na fabricação de silos no país

A empresa, que atua sobretudo na fabricação de equipamentos para a produção de proteína animal, inaugura dia 15 de julho uma fábrica cuja produção será exclusivamente de silos.

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Redação (20/05/2008)- O grupo GSI Brasil/Agromarau, com sede em Marau (RS), prepara-se para estar entre os dois principais produtores no ranking de fabricantess de silos de armazenagem para grãos no país. 

A empresa, cujo controle pertence ao fundo de private equity americano Centerbridge Capital Partners, e que atua sobretudo na fabricação de equipamentos para a produção de proteína animal (como bebedouros e comedouros para aves e suínos), inaugura dia 15 de julho uma fábrica cuja produção será exclusivamente de silos. O investimento total neste setor deverá chegar a R$ 35 milhões até 2009, sendo R$ 20 milhões na primeira fase de operação, e o restante em duas etapas de expansão. 

Segundo o diretor comercial do GSI Brasil, Paulo Neumann, a empresa, hoje com 9% de participação no mercado nacional de silos para armazenagem de grãos, segundo dados do próprio grupo, pretende no médio prazo chegar a uma participação de 25%, e desafiar a liderança da Kepler Weber no setor. "Há várias oportunidades de negócios e o Centerbridge (fundo controlador) tem apetite, está realizando prospecções de compra de fábricas prontas nesta área e na área de proteína animal", diz. 

O foco em silos neste momento, diz Neumann, tem relação com o aumento da demanda mundial, e ao fato de a armazenagem do Brasil ser pequena para o tamanho de sua produção. Na safra 2007/08, por exemplo, o Brasil deve colher 142,1 milhões de toneladas de grãos e sua capacidade total de estocagem era de 123,7 milhões em abril, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Também pesou na decisão a mudança recente no controle do grupo GSI. O Center Bridge entrou só no fim de 2007, com aquisição de 60% do fundo Charlesbank, que detinha o controle da companhia desde 1998. Segundo Neumann, o Centerbridge revisou para cima os investimentos globais para o médio prazo, de US$ 3,3 bilhões para US$ 5,5 bilhões, no fim de 2007, o que incluiria os novos investimentos no Brasil. "Com a crise americana, o fundo tem intenção de aplicar seus recursos fora dos EUA, e com a conjuntura mundial de escassez de alimentos, o fundo está vendo que o Brasil pode ganhar espaço pela sua forte produção". 

A nova fábrica será a primeira da empresa fora do RS. A unidade se localizará em Brusque (SC), com capacidade de 3 mil toneladas de aço por mês. Até agora, o grupo GSI fabricava silos no RS, na mesma fabrica de equipamentos para avicultura e suinocultura, com uma produção bem menor, de 1 mil toneladas por mês. Além dos R$ 20 milhões aplicados nesta nova unidade, a empresa pretende investir mais R$ 15 milhões até 2009 na construção de uma segunda unidade para silos, também em Brusque, e prevê, como uma terceira fase, uma expansão, com foco na fabricação de acessórios para silos como a fabricação de passarelas. 

Os novos investimentos seguem uma reestruturação interna, que focou em 2007 o aumento da estrutura comercial, com ampliação da atuação no Norte e Nordeste brasileiro. A intenção, diz Neumann, é que com as mudanças, a empresa dobre o faturamento até 2011. Para 2008, o grupo no Brasil prevê faturar R$ 240 milhões ante R$ 150 milhões em 2007. 

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