Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Saúde animal tem conseqüências socioeconômicas, diz diretor-geral da OIE

Ele explica que o impacto das doenças animais excede 20% na produção de animais em todo o mundo.

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Redação (09/06/2008)- A importância do combate a doenças animais foi tema central da palestra do diretor-geral da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), Bernard Vallat, na 11ª Reunião do Comitê Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (COHEFA), realizada nesta segunda-feira (9), no Rio de Janeiro. Ele afirmou que a segurança alimentar começa na saúde dos animais. “O impacto das doenças animais excede 20% na produção de animais em todo o mundo”, informou.

Vallat chamou atenção para os impactos socioeconômicos que as enfermidades animais causam mundialmente. Segundo o representante da OIE, com esses impactos a produção animal e a segurança alimentar estariam prejudicadas e haveria um aumento da pobreza, já que hoje, um bilhão de agricultores sobrevive da produção. Além disso, países perderiam oportunidades comerciais por causa do status sanitário e não receberiam investimentos. Ainda de acordo com o diretor-geral, esse fator poderia causar a insatisfação da população e, por conseqüência, a queda de governantes.

A implantação das Zonas de Alta Vigilância foi indicada por Vallat como estratégias da OIE para acabar com as doenças animais e, no caso específico da reunião, com a febre aftosa. “É a maneira mais eficaz para que o vírus desapareça e ajuda o país a não perder o status sanitário no resto do seu território”, disse.

Para reafirmar a importância da saúde animal, o diretor da OIE recorreu aos dados de consumo. Segundo a organização, em 2007, foram abatidos 21 bilhões de animais para consumo humano e, até 2020, haverá um aumento de 20% no consumo mundial de proteína animal.

Compromissos – Bernard Vallat encontra-se nesta segunda-feira, às 17h30, com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, em Brasília. Amanhã (10), parte para Belém/PA, acompanhado do diretor do Departamento de Saúde Animal do ministério, Jamil Gomes, para visita de três dias. A convite dos produtores do estado, Vallat conhecerá o sistema de controle produtivo da região Norte.

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