Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Ruralistas argentinos rejeitam lei e prolongam locaute

O projeto de lei que determina o aumento de impostos sobre as exportações de grãos foi enviado ao Congresso.

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Redação (19/06/2008)- Os quatro líderes das entidades ruralistas anunciaram ontem que estenderão o locaute do setor até amanhã porque não concordam com a maneira como o projeto de lei que determina o aumento de impostos sobre as exportações de grãos foi enviado ao Congresso.

O envio do projeto -reivindicação dos ruralistas- foi anunciado na terça pela presidente Cristina Kirchner. Mas ele chegou ao Legislativo "blindado" -não pode ser alterado, apenas aprovado ou rejeitado na íntegra. "Como está redigido, [o projeto] não modifica a causa do problema", disse o presidente da Federação Agrária Argentina, Eduardo Buzzi.

Cem dias depois de instituída por decreto, a medida deve começar a ser tratada na próxima semana nas comissões de Agricultura e Orçamento da Câmara dos Deputados.

O projeto consiste na resolução que determinou o aumento dos impostos sobre a exportação de grãos -decretada no dia 10 de março- e inclui sua subseqüente correção -a redução dos tetos e das alíquotas, anunciada no fim de maio. Enquanto a posição do Congresso não for anunciada, a medida continua em vigor.

Os ruralistas contavam com alterações na lei, apesar de o governo ter maioria na Câmara e no Senado. A notícia de que o texto não pode ser alterado, portanto, não agradou.

Os ruralistas afirmaram ontem que, no fim de semana, farão visitas a legisladores para apresentar suas propostas e, na próxima semana, pedirão audiências com a presidente e o poder Legislativo.

Batata quente
A medida da presidente Cristina Kirchner foi vista como uma maneira de jogar a batata quente para deputados e senadores governistas, que terão que se explicar a suas bases se o projeto for aprovado. O plano já teria sido usado pelos Kirchner para apagar outros incêndios.

O presidente do bloco governista Frente para a Vitória na Câmara, Agustín Rossi, afirmou não ter dúvidas de que os legisladores governistas vão ratificar o projeto e disse que, se a oposição quiser modificá-lo, "terá que construir as maiorias necessárias" -o governo conta com 139 dos 256 deputados e 42 dos 72 senadores.

O chefe-de-gabinete de Cristina, Alberto Fernández, também saiu em defesa da medida. "Essa é uma enorme faculdade que se dá ao Congresso, que pode ter o efeito concreto de não aplicar a resolução." Fernández se reuniu ontem com os líderes dos blocos governistas. Ao mesmo tempo, a oposição se articulava para descobrir maneiras de propor alterações à resolução.

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