Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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MS levará à OIE plano de contingência sobre aftosa

A idéia é demonstrar a capacidade de agir na contenção, a exemplo do que ocorre na Inglaterra, onde, em 24 horas o foco é extinto.

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Redação (23/06/2008)- O governo de Mato Grosso do Sul apresentará à Organização Internacional de Saúde Animal (OIE) um plano de contingenciamento para ser aplicado na região de fronteira na eventual ocorrência de foco de febre aftosa. O plano vai mostrar que os órgãos responsáveis estão preparados e têm propostas de ação em condições de serem colocadas em prática imediatamente para conter a surgimento da doença. Segundo a secretária estadual de Desenvolvimento Agrário, Produção, Indústria, Comércio e Turismo, Tereza Cristina Correa Dias, o estabelecimento de um plano de contingência é inédito e será levado à reunião com a OIE no mês de julho.

A idéia é demonstrar a capacidade de agir na contenção, a exemplo do que ocorre na Inglaterra, onde, em 24 horas o foco é extinto. “O ideal seria não ter mais aftosa em nenhum país sul-americano. Mas a OIE sabe que enquanto a aftosa não for debelada no continente, Mato Grosso do Sul sempre vai enfrentar problema [em função da fronteira]. O que eles [da OIE] querem é garantias de que temos condições de agir”, explica a secretária, informando que o plano está sendo elaborado, e que, em seguida, haverá um treinamento específico às equipes de vigilância sobre as ações emergenciais previstas.

Além do plano de contingência, a fiscalização preventiva continua sendo feita com rigor. A apreensão de gado contrabandeado – inclusive com a prisão do responsável pelo transporte – na última sexta-feira, demonstra a intensidade das ações de controle. “Mato Grosso do Sul não pode continuar sem o status de área livre com vacinação. E, para recuperar essa condição, precisa ter uma política sanitária forte”, destaca Tereza Cristina.

A secretária alerta aos produtores que animais sem documentação continuarão sendo apreendidos. Se não for comprovada a origem, o gado é abatido e o proprietário não tem direito ao ressarcimento. “O que o governo quer é que as pessoas tenham consciência e não façam isso [contrabando ou trânsito irregular de bovinos]. Estamos com uma vigilância forte na fronteira, com mais de 400 pessoas. Quando é preciso, chamamos a Polícia Federal; a Polícia Militar também está lá. Estamos em uma operação de guerra”, reforça.

O governo de Mato Grosso do Sul considera que o Paraguai “tomou consciência” e “está fazendo a lição de casa”. Existe agora uma preocupação com a Bolívia, que, em função de problemas políticos abandonou as ações de sanidade animal. A secretária Tereza Cristina lembra que é uma vantagem a fronteira seca com o País ser pequena. De olho na fronteira fluvial, está sendo firmado convênio com a Polícia Militar Ambiental para intensificar o monitoramento e controle no rio Paraguai.

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