Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
Destaque Todas Páginas

FAO alerta que preço dos alimentos permanecerá alto

No curto prazo, é importante providenciar alimentos aos países mais atingidos e tentar salvar o plantio para as próximas safras, ao permitir que os agricultores tenham acesso adequado a sementes, fertilizantes e ração animal.

Compartilhar essa notícia

Redação (25/06/2008)- O chefe da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês), Jacques Diouf, alertou hoje que os preços dos alimentos permanecerão altos e fez um apelo para o aumento na produção agrícola mundial. Jacques Diouf, diretor-geral da FAO, afirmou que os preços permanecerão altos por causa das mudanças climáticas, da crescente demanda por biocombustíveis, dos baixos estoques de alimentos e da maior demanda nos países emergentes, como China, Índia, Indonésia e Brasil, que formam a maior parte da população mundial.

Diouf disse que o problema não será resolvido se não houver aumento da produção e pediu aos líderes mundiais, que se encontrarão no próximo mês no Japão, que encarem a questão. "Nossa mensagem é que precisamos investir mais na agricultura," afirmou Diouf, acrescentando que outros assuntos que precisam ser discutidos incluem o armazenamento, o uso e o controle da água potável, além de mais investimentos em rodovias nas regiões rurais para escoar a produção.

No curto prazo, é importante providenciar alimentos aos países mais atingidos e tentar salvar o plantio para as próximas safras, ao permitir que os agricultores tenham acesso adequado a sementes, fertilizantes e ração animal, afirmou Diouf.

Os preços dos alimentos subiram no mundo inteiro nas últimos meses, por causa da uma combinação de aumentos nos preços do petróleo e combustíveis, demanda crescente, variações extremas no clima, produção crescente de biocombustíveis e especulação no comércio. Tudo isso levou a protestos populares em países da África, da Ásia e da América Central, além de aumentar os temores de que cresçam a subnutrição e a instabilidade econômica. Porém, Diouf alerta que o problema não está confinado aos países pobres da África, Ásia e América Central. "Esses preços terão impacto não apenas nos países pobres e em desenvolvimento, mas também nos países desenvolvidos, por causa da inflação."

Diouf fez os comentários durante uma conferência com foco no desenvolvimento agrícola e segurança alimentar na Europa e na Ásia Central. O encontro de dois dias também abordará o apoio da FAO aos países europeus e asiáticos afetados pelos preços mais altos dos alimentos, bem como a adaptação regional às mudanças climáticas. As informações são de agências internacionais.

Assuntos Relacionados
alimentosFAOpreços
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329