Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 153,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,27 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,13 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,21 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,24 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 133,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 147,25 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.536,73 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.447,51 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 126,99 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 143,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,69 / cx
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Exportação

Seis frigoríficos brasileiros têm habilitação negada pela China por falhas de conformidade

Em um recente movimento que impacta o comércio bilateral entre Brasil e China, o governo chinês anunciou a aprovação de 38 novos frigoríficos e entrepostos brasileiros para a exportação de…
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Seis frigoríficos brasileiros têm habilitação negada pela China por falhas de conformidade

Em um recente movimento que impacta o comércio bilateral entre Brasil e China, o governo chinês anunciou a aprovação de 38 novos frigoríficos e entrepostos brasileiros para a exportação de carnes bovina, de aves e suína. Contudo, a mesma comunicação revelou a recusa de habilitação para seis estabelecimentos brasileiros, após auditorias identificarem uma série de inconformidades.

De acordo com a carta enviada pelo governo chinês, as principais razões para a negativa incluem inconsistências nos registros de produção, capacidade de armazenamento em câmara fria considerada inadequada em relação à capacidade produtiva das unidades, além de questões relacionadas a materiais de risco e altos riscos de contaminação durante o abate e corte, que não atendem aos requisitos do protocolo bilateral estabelecido entre os dois países.

A decisão de não habilitar estes seis frigoríficos reflete a postura rigorosa da China quanto à segurança alimentar e à qualidade dos produtos importados. A carta enfatiza a importância de o Brasil continuar aprimorando a supervisão dos estabelecimentos de carnes, tanto os recém-aprovados quanto os previamente habilitados, assegurando que todos os produtos exportados cumpram com os padrões e requisitos chineses.

Os estabelecimentos rejeitados, juntamente com os 38 habilitados, passaram por auditorias realizadas entre dezembro de 2023 e janeiro deste ano, seja in loco ou por meio de videoconferência. Além disso, a carta menciona outras 32 empresas que ainda aguardam inspeção e estão na lista de espera para a habilitação, evidenciando a contínua expansão e o dinamismo na relação comercial entre os dois países.

O governo chinês solicita, por fim, que o Brasil intensifique as inspeções nos frigoríficos que aspiram à habilitação para exportação, respeitando rigorosamente os critérios estabelecidos no acordo bilateral, e que recomende somente aqueles que estejam em total conformidade com os requisitos exigidos, sublinhando o compromisso mútuo com a qualidade e a segurança dos produtos comercializados.

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