Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,98 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,52 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,66 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,19 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 166,50 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 184,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 195,54 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 159,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 177,57 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,07 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,11 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.185,88 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.095,20 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 185,49 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 166,62 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 150,92 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,05 / cx
Conteúdo Técnico

Peso ótimo de abate em suínos: solução para a crise atual?

É esta questão que este artigo procura responder a partir de três pontos de vista: das tendências do peso ótimo de abate, das suas relações com a qualidade de carne e da sua influência sobre a lucratividade da produção de suínos

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Peso ótimo de abate em suínos: solução para a crise atual?

A suinocultura brasileira ocupa uma posição de destaque entre as melhores do mundo. No entanto, todos os avanços conquistados pelo setor até hoje não impedem que ele enfrente periodicamente dificuldades que afetam a sua lucratividade e, até mesmo, motivem a exclusão de determinados tipos de produtores, indústrias e sistemas de produção.

A atual crise da suinocultura tem relação com o forte aumento no preço dos principais insumos utilizados na alimentação dos suínos, agravado a partir de 2019, com o pequeno crescimento do consumo doméstico de carne suína e com a diminuição das exportações para a China a partir de 2021. Esse conjunto de fatores e a dificuldade de elevação do preço do suíno vivo e dos produtos elaborados com essa carne causaram mais uma crise na atividade.

Situações como essa sempre levam a cadeia produtiva da suinocultura a refletir sobre as suas práticas. O debate de medidas que possam ajudar o setor a enfrentar o aumento nos custos e ajustar o crescimento da oferta tem ganhado intensidade.

Já se lançaram ideias de investir em ferrovias para reduzir o custo dos fretes do milho oriundo do Centro-Oeste para as regiões de produção de suínos, da substituição parcial do milho e soja nas rações (cereais de inverno e excedentes do arroz) e até da criação de linhas de crédito com algum apoio temporário para diminuir o prejuízo dos suinocultores independentes.

Há também reflexões sobre ajustes no processo de produção, em especial do peso de abate dos suínos, considerando a relação entre os custos da alimentação e o preço do suíno.

Analisar estimativas do peso ótimo de abate nas circunstâncias atuais faz sentido porque este fator liga-se diretamente com a rentabilidade da produção, com a qualidade do produto e com a regulação da oferta de carne.

De imediato, é possível inferir que se o peso ótimo de abate for inferior aos praticados atualmente (entre 120 e 130 kg) haverá economia com rações no presente (já que os animais iriam mais cedo para o abate), com redução da oferta de carne somente em médio prazo.

Mas existem outras variáveis envolvidas neste debate, conforme demonstram estudos realizados pela Embrapa Suínos e Aves nos últimos 40 anos.

Afinal de contas, alterar o peso ótimo de abate traz alguma consequência positiva para a suinocultura neste momento? É esta questão que este artigo procura responder a partir de três pontos de vista: das tendências do peso ótimo de abate, das suas relações com a qualidade de carne e da sua influência sobre a lucratividade da produção de suínos.

Leia a matéria completa na edição 306 da revista Suinocultura Industrial

 

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