Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Economia

PIMAgro sobe em julho, apontando tendência de recuperação das agroindústrias

Em julho, índice calculado pelo FGV Agro subiu 0,3% em relação ao mês anterior e 1,6% em comparação com julho de 2021

PIMAgro sobe em julho, apontando tendência de recuperação das agroindústrias

PIMAgro

O Índice de Produção Agroindustrial (PIMAgro) calculado pelo Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) voltou a subir em julho, consolidando uma tendência de recuperação que deverá ser o tom ao longo de todo este segundo semestre.

Na comparação com junho, o avanço foi de 0,3%, e na comparação com julho do ano passado, chegou a 1,6%. Com isso, realçaram os analistas do FGV Agro, no acumulado do ano, pela primeira vez, o indicador não foi menor que o de igual período de 2021.

O PIMAgro é baseado em dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) e nas variações do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR), da taxa de câmbio e do Índice de confiança do Empresário da Indústria de Transformação (ICI) da FGV.

Em relação a julho de 2021, a alta foi garantida pelo aumento de 5,7% no grupo de produtos alimentícios e bebidas, puxado pelas bebidas (12,7%). No segmento de produtos não-alimentícios, houve queda de 2,9%, com destaque para as retrações nas áreas de insumos (15,5%), borracha (7%) e têxteis (2,1%).

Antecipação de compras

No caso dos insumos, disse o FGV Agro, pesou a antecipação de produção e compras em virtude das preocupações geradas sobretudo pela guerra na Ucrânia; no dos têxteis, o impacto do aumento de custos e da redução de estoques nos meses anteriores, além de gargalos logísticos, influenciaram o resultado.

“O resultado de julho abre espaço para que a agroindústria possa ampliar sua base de produção nos meses restantes de 2022, dinâmica que garantiria uma produção superior à observada ao longo de todo ano de 2021”, projetou o centro da FGV.

Para isso, avaliaram os analistas, o setor deverá contar com a sustentação oferecida pelo Auxílio Brasil e com a redução de preços de itens importantes nos gastos dos domicílios, como combustíveis e energia elétrica.

“Com os dados de julho e a perspectiva de melhora econômica no restante do ano, o FGV Agro mantém sua projeção de crescimento de 1,9% para a agroindústria em 2022 – 2,2% para produtos alimentícios e bebidas e 1,6% para produtos não-alimentícios”, concluíram.

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