Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Economia

PIMAgro sobe em julho, apontando tendência de recuperação das agroindústrias

Em julho, índice calculado pelo FGV Agro subiu 0,3% em relação ao mês anterior e 1,6% em comparação com julho de 2021

PIMAgro sobe em julho, apontando tendência de recuperação das agroindústrias

PIMAgro

O Índice de Produção Agroindustrial (PIMAgro) calculado pelo Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) voltou a subir em julho, consolidando uma tendência de recuperação que deverá ser o tom ao longo de todo este segundo semestre.

Na comparação com junho, o avanço foi de 0,3%, e na comparação com julho do ano passado, chegou a 1,6%. Com isso, realçaram os analistas do FGV Agro, no acumulado do ano, pela primeira vez, o indicador não foi menor que o de igual período de 2021.

O PIMAgro é baseado em dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) e nas variações do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR), da taxa de câmbio e do Índice de confiança do Empresário da Indústria de Transformação (ICI) da FGV.

Em relação a julho de 2021, a alta foi garantida pelo aumento de 5,7% no grupo de produtos alimentícios e bebidas, puxado pelas bebidas (12,7%). No segmento de produtos não-alimentícios, houve queda de 2,9%, com destaque para as retrações nas áreas de insumos (15,5%), borracha (7%) e têxteis (2,1%).

Antecipação de compras

No caso dos insumos, disse o FGV Agro, pesou a antecipação de produção e compras em virtude das preocupações geradas sobretudo pela guerra na Ucrânia; no dos têxteis, o impacto do aumento de custos e da redução de estoques nos meses anteriores, além de gargalos logísticos, influenciaram o resultado.

“O resultado de julho abre espaço para que a agroindústria possa ampliar sua base de produção nos meses restantes de 2022, dinâmica que garantiria uma produção superior à observada ao longo de todo ano de 2021”, projetou o centro da FGV.

Para isso, avaliaram os analistas, o setor deverá contar com a sustentação oferecida pelo Auxílio Brasil e com a redução de preços de itens importantes nos gastos dos domicílios, como combustíveis e energia elétrica.

“Com os dados de julho e a perspectiva de melhora econômica no restante do ano, o FGV Agro mantém sua projeção de crescimento de 1,9% para a agroindústria em 2022 – 2,2% para produtos alimentícios e bebidas e 1,6% para produtos não-alimentícios”, concluíram.

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