Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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LOGÍSTICA

Aquicultura e Regulação: PEIXE BR alerta para impactos de nova exigência no transporte de peixes

Entenda como a Portaria impacta a piscicultura e quais são os novos requisitos burocráticos para os produtores

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Aquicultura e Regulação: PEIXE BR alerta para impactos de nova exigência no transporte de peixes

A PEIXE BR manifestou preocupação com a publicação da Portaria Interministerial MAPA/MPA nº 5, de 9 de abril de 2026, que estabelece novas exigências para o transporte de peixes oriundos da piscicultura em todo o território nacional.

A norma, editada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária em conjunto com o Ministério da Pesca e Aquicultura, determina que, além dos documentos já obrigatórios — como a nota fiscal e a Guia de Trânsito Animal (GTA) —, passe a ser exigida também a apresentação da cópia da Licença de Aquicultor, emitida pelo MPA.

Setor aponta aumento de custos e ausência de ganhos sanitários

Segundo a entidade, a inclusão do novo documento representa mais uma etapa burocrática em um processo já regulamentado e amplamente cumprido pelos produtores. A avaliação é de que a medida não traz avanços efetivos em termos de controle sanitário, ao mesmo tempo em que pode elevar custos operacionais e dificultar a logística do setor.

A PEIXE BR destaca que, desde sua fundação, tem se posicionado contrariamente à exigência da Licença de Aquicultor no transporte, argumentando que a obrigatoriedade compromete a eficiência da cadeia produtiva sem apresentar benefícios claros para a sanidade aquícola.

Entidade defende revisão da norma e ambiente regulatório mais eficiente

Diante do novo cenário, a associação afirma que seguirá atuando junto aos órgãos governamentais para buscar a revisão da portaria. O objetivo é promover um ambiente regulatório mais equilibrado, que assegure os padrões sanitários necessários, mas sem impor entraves considerados desnecessários à produção e à competitividade da piscicultura brasileira.

O debate sobre a medida reforça a preocupação do setor com o impacto de regulações sobre a dinâmica produtiva, especialmente em segmentos que dependem de agilidade logística e margens operacionais ajustadas.

Referência: Assessoria

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