Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Sanidade avícola

Reovírus aviário ganha atenção e desafia o controle na avicultura brasileira

Estudo publicado na revista Avicultura Industrial (edição nº 1 de 2026) mostra como variantes do reovírus aviário elevam prejuízos e desafiam o controle da doença no Brasil

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Reovírus aviário ganha atenção e desafia o controle na avicultura brasileira

A avicultura brasileira enfrenta um desafio crescente com o avanço dos reovírus aviários (ARVs), tema de destaque em artigo publicado na revista Avicultura Industrial. O conteúdo, assinado por pesquisadores da Embrapa Suínos e Aves, incluindo o autor Luizinho Caron, aponta que as variantes do vírus vêm evoluindo e impactando diretamente a produtividade e a sanidade dos plantéis.

Segundo o texto, os ARVs estão entre os patógenos de maior relevância econômica no setor. Embora muitas cepas não provoquem sintomas, variantes mais agressivas têm causado quadros severos de artrite e tenossinovite em frangos de corte e perus, levando à claudicação, desuniformidade dos lotes e մինչև aumento da mortalidade. Além disso, há indícios de associação com síndromes como má absorção e imunossupressão.

O artigo explica que a transmissão pode ocorrer tanto de forma horizontal — por contato com ambientes contaminados — quanto vertical, de matrizes para a progênie. Outro fator preocupante é a alta resistência do vírus, capaz de permanecer viável por semanas no ambiente, dificultando o controle sanitário nas granjas.

Pesquisas conduzidas pela Embrapa mostram que a variabilidade genética dos ARVs no Brasil é significativa, com a circulação de diferentes grupos genéticos. Essa diversidade tem comprometido a eficácia das vacinas tradicionais, exigindo novas estratégias de controle, como o desenvolvimento de vacinas autógenas adaptadas às variantes presentes em cada região.

O estudo também destaca a importância da biosseguridade como medida essencial para reduzir a disseminação do vírus. Práticas como controle rigoroso de higiene, manejo adequado e prevenção da contaminação de água e ração são fundamentais para minimizar os impactos da doença.

De acordo com Luizinho, compreender melhor a diversidade dos vírus e investir em diagnóstico e prevenção são passos decisivos para o futuro da avicultura. “A caracterização das cepas circulantes é essencial para definir estratégias mais eficazes de controle”, reforça o pesquisador no artigo.

Apesar dos desafios, os especialistas ressaltam que a combinação entre vacinação e boas práticas de manejo ainda é a principal ferramenta para reduzir perdas econômicas e garantir a sustentabilidade da produção.

Para mais detalhes e acesso completo ao estudo, os leitores podem consultar a revista Avicultura Industrial, edição nº 1 de 2026

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