Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Internacional

Parvovírus de raposa é detectado pela primeira vez em suínos na Bélgica

Variante identificada na região de Flandres provoca alterações oculares e dermatológicas em leitões, mas apresenta evolução leve e não fatal

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Parvovírus de raposa é detectado pela primeira vez em suínos na Bélgica

A Animal Health Care Flanders (DGZ) confirmou a primeira detecção do parvovírus de raposa em um leitão na região de Flandres, na Bélgica. A variante, que vinha sendo monitorada com frequência crescente nos Países Baixos desde o final de 2024, causa sinais clínicos bastante visíveis na suinocultura, especialmente no lote de creche e engorda.

O vírus foi identificado por meio da tecnologia de sequenciamento PathoSense em uma amostra de baço colhida durante a necropsia de um leitão encaminhado à DGZ, após veterinários locais relatarem aumento de casos com sintomas atípicos.

 Sintomas e Manifestação Clínica

O parvovírus de raposa é geneticamente aparentado a um vírus identificado anteriormente em fezes de raposas nos Países Baixos. Embora atinja prioritariamente leitões, médicos-veterinários têm registrado a presença da infecção também em suínos de engorda.

Os principais sinais clínicos observados em campo incluem:

  • Alterações oculares: Olhos proeminentes ou salientes (exoftalmia) e estrabismo;

  • Sinais dermatológicos: Vermelhidão na pele e perda de pelos;

  • Desempenho: Perda de condição corporal e do ganho de peso diário.

Apesar da gravidade aparente dos sintomas visuais, os estudos apontam que a infecção costuma ser leve, não provoca a morte dos animais e desaparece espontaneamente após poucas semanas. Contudo, o sintoma dos olhos salientes pode persistir por pelo menos quatro semanas.

🇳🇱 Avanço Regional e Alerta Sanitário

O surgimento do caso belga acende o alerta para a disseminação da variante pela Europa ocidental. Segundo dados do Serviço de Saúde Animal dos Países Baixos (GD):

  • Prevalência nos Países Baixos: Os sintomas característicos do vírus foram observados em pelo menos 80% do rebanho suíno neerlandês ao longo do último ano.

  • Monitoramento em Flandres: A DGZ reforçou a orientação para que produtores e médicos-veterinários relatem casos suspeitos de perda de condição corporal acompanhada de alterações oculares para mapear a extensão da circulação viral na Bélgica.

Fonte: DGZ

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