Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Internacional

Parvovírus de raposa é detectado pela primeira vez em suínos na Bélgica

Variante identificada na região de Flandres provoca alterações oculares e dermatológicas em leitões, mas apresenta evolução leve e não fatal

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Parvovírus de raposa é detectado pela primeira vez em suínos na Bélgica

A Animal Health Care Flanders (DGZ) confirmou a primeira detecção do parvovírus de raposa em um leitão na região de Flandres, na Bélgica. A variante, que vinha sendo monitorada com frequência crescente nos Países Baixos desde o final de 2024, causa sinais clínicos bastante visíveis na suinocultura, especialmente no lote de creche e engorda.

O vírus foi identificado por meio da tecnologia de sequenciamento PathoSense em uma amostra de baço colhida durante a necropsia de um leitão encaminhado à DGZ, após veterinários locais relatarem aumento de casos com sintomas atípicos.

 Sintomas e Manifestação Clínica

O parvovírus de raposa é geneticamente aparentado a um vírus identificado anteriormente em fezes de raposas nos Países Baixos. Embora atinja prioritariamente leitões, médicos-veterinários têm registrado a presença da infecção também em suínos de engorda.

Os principais sinais clínicos observados em campo incluem:

  • Alterações oculares: Olhos proeminentes ou salientes (exoftalmia) e estrabismo;

  • Sinais dermatológicos: Vermelhidão na pele e perda de pelos;

  • Desempenho: Perda de condição corporal e do ganho de peso diário.

Apesar da gravidade aparente dos sintomas visuais, os estudos apontam que a infecção costuma ser leve, não provoca a morte dos animais e desaparece espontaneamente após poucas semanas. Contudo, o sintoma dos olhos salientes pode persistir por pelo menos quatro semanas.

🇳🇱 Avanço Regional e Alerta Sanitário

O surgimento do caso belga acende o alerta para a disseminação da variante pela Europa ocidental. Segundo dados do Serviço de Saúde Animal dos Países Baixos (GD):

  • Prevalência nos Países Baixos: Os sintomas característicos do vírus foram observados em pelo menos 80% do rebanho suíno neerlandês ao longo do último ano.

  • Monitoramento em Flandres: A DGZ reforçou a orientação para que produtores e médicos-veterinários relatem casos suspeitos de perda de condição corporal acompanhada de alterações oculares para mapear a extensão da circulação viral na Bélgica.

Fonte: DGZ

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