Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,85 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,77 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,05 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,91 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,83 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 137,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.571,18 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.482,72 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 151,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,71 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
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Exportação

Brasil avança para retomar carne bovina à UE e abre três novos mercados

Garantias sanitárias já foram apresentadas ao bloco europeu, afirma ABIEC; MAPA anuncia habilitações nos Emirados Árabes Unidos, Namíbia e Sabah, na Malásia

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Brasil avança para retomar carne bovina à UE e abre três novos mercados

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) confirmou nesta terça-feira, 1º de setembro, que as garantias oficiais brasileiras para a retomada dos embarques de carne bovina à União Europeia já foram apresentadas ao bloco. A prioridade da entidade é reincluir o Brasil entre os países aptos a exportar o produto ao mercado europeu. No mesmo dia, autoridades da UE manifestaram confiança nos esforços do Brasil para normalizar o fluxo comercial.

O movimento ganha peso adicional com o anúncio do Ministério da Agricultura (MAPA) de novas habilitações sanitárias para produtos brasileiros em três destinos: Emirados Árabes Unidos, Namíbia e Sabah, na Malásia. As aberturas podem beneficiar diretamente as exportações de proteína animal, em um momento em que o setor busca diversificar destinos e reduzir a dependência de poucos compradores concentrados.

O front sanitário também avança no campo doméstico. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) lançou nova campanha de biosseguridade na suinocultura, reforçando a prevenção em contexto de vigilância permanente contra a peste suína africana (PSA). Para os exportadores, manter o status sanitário é condição para preservar e ampliar habilitações internacionais — o mesmo raciocínio que sustenta a ofensiva brasileira junto à UE.

No avícola, o desempenho comercial já mostra tração. Segundo a ASGAV, as exportações brasileiras de frango avançaram 31%, sustentadas por custos competitivos de produção. O dado reforça a posição do Brasil como líder no comércio global de proteína avícola e ilustra por que a agenda de habilitações é tratada como prioridade pelo setor produtivo e pelo governo federal.

Da Redação

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