Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Revista

Na SI: Nova cepa de rotavírus desafia maternidades suínas

Com baixa proteção cruzada em relação ao Rotavírus A, agente passa a ganhar relevância nos diagnósticos de diarreia neonatal

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Na SI: Nova cepa de rotavírus desafia maternidades suínas

A suinocultura brasileira vive um novo capítulo no controle das enfermidades entéricas neonatais. Enquanto durante anos os programas sanitários estiveram concentrados no controle do Rotavírus A (RVA), considerado um dos principais agentes associados às diarreias em leitões, outro grupo viral vem ganhando protagonismo nos diagnósticos de campo: o Rotavírus C (RVC).

A maior frequência de identificação do agente em maternidades, especialmente em leitões nas primeiras semanas de vida, acende um alerta para técnicos e produtores. Com características antigênicas distintas e proteção limitada pelas vacinas tradicionalmente utilizadas contra o RVA, o RVC representa um desafio adicional para sistemas produtivos que buscam reduzir mortalidade pré-desmame, melhorar desempenho e aumentar a previsibilidade dos lotes.

Segundo o professor do Departamento de Patologia Clínica Veterinária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e coordenador do Laboratório de Imunologia e Biologia Molecular da instituição, Matheus Nunes Weber, o cenário observado atualmente é resultado de uma combinação de fatores que envolve evolução dos métodos diagnósticos, circulação viral e mudanças na dinâmica das enfermidades entéricas.

Leia a matéria completa na edição 330 da revista Suinocultura Industrial.

 

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