Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Ovos

Produção brasileira de ovos atinge recorde de 2,04 bi de dúzias no 1º semestre

IBGE confirma maior volume da série histórica entre janeiro e junho; sustentação de preços entre o 1º e 2º trimestre ameniza impacto do salto na oferta

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Produção brasileira de ovos atinge recorde de 2,04 bi de dúzias no 1º semestre
A produção nacional de ovos para consumo alcançou um marco histórico no primeiro semestre de 2026, somando 2,04 bilhões de dúzias. Mesmo diante do crescimento contínuo da disponibilidade interna — impulsionado pela aceleração do setor no segundo trimestre —, as cotações da proteína registraram leve avanço na transição entre o primeiro e o segundo trimestre, demonstrando que a demanda conseguiu absorver o volume recorde colocada no mercado.
Esta semana (18/09): Recorde histórico de produção no primeiro semestre
O fato da semana: A produção brasileira de ovos para consumo somou 2,04 bilhões de dúzias entre janeiro e junho de 2026, atingindo o maior volume para os seis primeiros meses do ano na série histórica do IBGE (iniciada em 2012).
  • Retomada no 2º trimestre: O resultado acumulado no semestre foi impulsionado pela aceleração da produção entre abril e junho, consolidando a trajetória de expansão do setor avícola nos últimos anos.
  • Resistência nos preços: Apesar da maior oferta do produto no mercado doméstico, o Cepea destaca que os preços médios da proteína apresentaram ligeira alta do primeiro para o segundo trimestre de 2026.
  • Equilíbrio de mercado: A sustentação das cotações mesmo em cenário de oferta recorde sinaliza forte apelo da proteína junto aos consumidores e bom fluxo de distribuição nos canais de varejo.
Contexto de mercado: O papel das exportações e dos custos
O balanço produtivo do primeiro semestre reflete diretamente a dinâmica observada nas últimas semanas do setor:
  • Válvula de escoamento: O alto volume produzido no país encontra suporte na boa performance das exportações (que atingiram recorde para meses de agosto, com 2,32 mil toneladas), ajudando a enxugar o excesso de oferta nas praças internas.
  • Aperto nas margens: A sustentação dos preços dos ovos é fundamental para amortecer o encarecimento das rações (milho e farelo de soja), que reduziu o poder de compra dos avicultores de postura nos últimos meses.
Comparativo direto: Indicadores da avicultura de postura no 1º semestre
Frente de AnáliseDesempenho no 1º SemestreImpacto no Mercado Doméstico
Volume de Produção2,04 bilhões de dúzias (Recorde do IBGE desde 2012)Elevação da oferta física de ovos no mercado nacional
Evolução TrimestralAceleração e crescimento no 2º trimestre de 2026Demonstra expansão da capacidade produtiva das granjas
Comportamento de PreçosLeve avanço do 1º para o 2º trimestre de 2026Absorção eficiente da oferta pela demanda doméstica
Fatores de SustentaçãoExportações aquecidas e apelo da proteína mais acessívelMitigação do impacto da sobreoferta na rentabilidade
O recorde histórico de produção no primeiro semestre reafirma a sólida capacidade de oferta da avicultura de postura brasileira. A leve reação de preços entre o primeiro e o segundo trimestre trouxe alívio temporário às granjas, mas a continuidade desse equilíbrio dependerá da manutenção do ritmo de consumo interno e do escoamento via exportações para cobrir os elevados custos de produção.
Da Redação, com informações do Cepea
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