Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
Destaque Todas Páginas
Política

Agro vê vantagem de Flávio no 1º turno com otimismo e pede interlocutor na campanha

Para analista, setor quer um nome definido para conduzir o diálogo e tem prioridades claras nas áreas econômica e regulatória

Compartilhar essa notícia
Agro vê vantagem de Flávio no 1º turno com otimismo e pede interlocutor na campanha

O agronegócio reagiu de forma positiva à vantagem de Flávio Bolsonaro (PL) sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno da eleição presidencial. A avaliação é de Carlos Cogo, sócio-diretor da Cogo Inteligência em Agronegócio, em entrevista ao Broadcast. Segundo ele, o resultado trouxe alívio ao setor. Ainda assim, as lideranças continuam cobrando que a campanha indique um interlocutor formal para o agro.

 

De acordo com o analista, o setor quer alguém responsável por organizar propostas e manter o canal político aberto com a candidatura. Para Cogo, a vantagem obtida no primeiro turno, somada à pressão do próprio agronegócio, pode apressar essa escolha.

 

No caso do Ministério da Agricultura, Cogo diz que o setor espera repetir o modelo de interlocução de 2019 a 2022, quando a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) participou diretamente da indicação. Entre os nomes que circulam, ele destacou a senadora Tereza Cristina (PP-MS), vice-presidente da FPA e uma das responsáveis pelo plano de governo de Flávio.

 

Agenda econômica

Segundo Cogo, o setor veria uma equipe econômica mais próxima do mercado financeiro como sinal de responsabilidade fiscal. Ele listou como prioridades do agro:

  • segurança jurídica sobre a terra;
  • condução econômica mais liberal;
  • redução dos subsídios diretos;
  • ampliação do crédito privado;
  • maior abertura comercial;
  • menos peso para a reforma agrária.

Apoio com ressalvas

Mesmo com a avaliação favorável, Cogo ressalta que o apoio do agro não é incondicional. Ele mencionou o documento “Pacto pelo Brasil Nação”, da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), como exemplo de uma agenda de Estado. O texto defende o respeito ao resultado das urnas e a manutenção do diálogo com a oposição.

Segundo turno e Congresso

Até o segundo turno, a expectativa é que o setor amplie sua movimentação política e busque mais apoios nas regiões. Cogo também apontou divisões dentro da FPA, onde uma parte da bancada prefere a neutralidade para não se desgastar com aliados antigos.

Na visão do analista, o cenário indica uma bancada ruralista mais forte e mais à direita no Congresso, além de governos estaduais favoráveis ao setor. Se houver alinhamento político com o Planalto, ele prevê mais sintonia entre União e estados, menos atrito entre as instituições e regras mais previsíveis para o agro.

 

Da Redação, com informações do Canal Rural e do Broadcast

 

Assuntos Relacionados
boletimSIPolítica
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329