A exportação de carnes para países do Oriente Médio e a falta de combustível no país têm levado ao aumento dos preços ao consumidor final
Venezuelanos não comem carne nem frango e preços sobem 50%

A hiperinflação prejudicou a qualidade de vida dos venezuelanos, que ganham salários de três dólares por mês e não têm acesso ao direito à alimentação e à mobilidade.
O quilo da carne aumentou quase cinquenta por cento nas últimas semanas nos supermercados e feiras populares do estado de Táchira, na Venezuela.
A exportação de carnes para países do Oriente Médio e a falta de combustível no país têm levado ao aumento dos preços ao consumidor final.
Leia também no Agrimídia:
- •Avicultura e Exportação: Mesmo com crise no Oriente Médio, embarques de frango do Brasil crescem em março
- •Alagoas coleta amostras em 462 aves para reforçar vigilância contra Influenza Aviária
- •Exportação de frango recua e milho avança no Oriente Médio em meio a tensões geopolíticas
- •Produção de ovos no Brasil deve impulsionar setor em 2026, segundo anuário de Avicultura Industrial
Na entidade, onde a economia funciona principalmente em pesos colombianos, o quilo de carne ficou em oito mil pesos (2,4 dólares), porém, na última semana os preços ultrapassaram doze mil e quinze mil pesos por quilo de carne bovina.
Vendedores do principal mercado de San Cristóbal, afirmam que as vendas foram reduzidas devido aos altos custos e só conseguiram manter os clientes de restaurantes, já que a maioria dos clientes particulares agora tem dificuldade para comprar proteína por falta de recursos.
A grave situação que persiste e aumenta atinge os venezuelanos, que não têm acesso a uma alimentação balanceada, pois a inflação acelerada e os baixos salários os impedem até de comprar alimentos básicos.





















