Minas, São Paulo e Santa Catarina registraram exatamente os mesmos preços da semana anterior e o Paraná teve um aumento de apenas dois centavos no quilo do frango vivo
Análise de Mercado: Preço do frango vivo se mantém estável nos principais estados produtores

Após muita preocupação do segmento avícola com os custos de produção nos últimos meses, junho pode ser visto como um desafogo, especialmente em suas três primeiras semanas, quando houve um refreamento nesses custos, além de um aumento no consumo doméstico e nas exportações. Entretanto, na última semana que fechou esse semestre, as notícias sobre o aumento do preço do milho e o impacto das fortes geadas em áreas produtoras da safrinha, voltaram a ligar o sinal de alerta sobre como será o mês de julho. Por ora, a expectativa é que pelo menos até a primeira quinzena de julho não ocorram movimentos bruscos nos preços, mas, a partir daí, novos cenários poderão surgir.
A estabilidade no preço do quilo do frango vivo deu o tom na semana de 26/06 a 02/07. Em Minas Gerais, pela terceira semana consecutiva, o valor se manteve exatamente igual: R$ 5,55. Na última semana de maio, o preço estava em R$ 4,90 no estado.
Situação bem semelhante a de Minas, ocorreu em São Paulo, onde também pela terceira semana, o preço do frango vivo ficou em R$ 5,50. No final de maio, o valor era de R$ 5,00 no estado.
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Em Santa Catarina, o preço do frango vivo manteve o mesmo valor de uma semana antes e do final de maio: R$ 3,50.
No caso do Paraná, houve um acréscimo pequeno de dois centavos, fazendo com que o preço fechasse no dia dois passado a R$ 5,23. No final de maio, o valor do quilo do frango vivo no estado era de R$ 4,90.

Ovos
Os preços dos ovos sofreram leves oscilações para baixo em dois estados; em São Paulo, a queda foi de 1,84%, levando o preço a R$ 130,55. (no final de maio, era de R$ 114,00); e no Espírito Santo, a queda foi de 2,84%, fazendo com que o preço fosse para R$ 117,00, valor abaixo dos R$ 122,00 que registrou no final de maio.
Já em Minas Gerais, não houve alteração no preço em relação à semana anterior e o valor continuou em R$ 115,00, um real a mais do que era cobrado no final de maio.






















