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Investimentos

Já com R$ 35 milhões, FIDC da Nagro deverá ser lançado em agosto

Fintech espera levantar R$ 400 milhões até 2023, e vislumbra atender 35 mil produtores rurais

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Já com R$ 35 milhões, FIDC da Nagro deverá ser lançado em agosto

O Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) da fintech especializada em crédito rural Nagro deverá ser homologado até agosto. A startup já arrecadou R$ 35 milhões, metade do montante previsto para o primeiro ano do projeto. Até o fim de 2023, o objetivo é chegar a R$ 400 milhões e, com isso, ofertar recursos para cerca de 35 mil produtores rurais.

A empresa do interior de Minas Gerais, que nasceu pelas mãos de um produtor rural com problemas para obter recursos para financiar sua safra, trabalha com empréstimos para produtores rurais, com recursos próprios, desde o segundo trimestre de 2020. Antes, o foco era conectar agricultores e instituições financeiras, mas a pandemia da covid-19 frustrou alguns planos e forçou uma adequação no modelo de negócios.

Segundo o CEO da Nagro, Gustavo Alves, a reviravolta fez bem para a empresa. O faturamento cresceu 50% no primeiro ano após a mudança, e chegou a R$ 500 mil no fim de 2020. Para este ano, a projeção é de avanço de 400%.

Fundador da startup, Alves é da terceira geração de produtores rurais da família. Em 2012, ele e o irmão receberam do pai uma área no noroeste de Minas Gerais para administrar. No primeiro ano à frente dos negócios, ele percebeu como era difícil acessar o crédito rural quando não se tem um histórico bancário consolidado. À época, recebeu ajuda de Leonardo Rodovalho, que trabalhava com assistência técnica para obtenção de crédito rural.

Anos mais tarde, formado em Agronomia, Alves se juntou a Rodovalho para desenvolver uma solução que facilitasse a tomada de crédito pelos produtores. Começaram organizando dados, qualificando produtores e os conectando a instituições financeiras. A Nagro começou a operar com bancos que operam com recursos do Plano Safra e, posteriormente, aproximou-se de bancos regionais menores.

A previsão era contar com um Fidc entre fevereiro e março de 2020, mas começou a pandemia da covid-19 e, temeroso com o rumo que o sistema financeiro tomaria, o parceiro da Nagro no fundo acabou segurando os investimentos.

“Então a gente redesenhou o nosso modelo de negócios. Desligamos o modelo de intermediação e transformamos nossa inteligência de qualificação de produtores rurais em um produto. Toda empresa que financia crédito quer saber qual o risco daquele agricultor”, afirma Alves.

Em pouco mais de um ano de operação, a plataforma de verificação de endividamento AgRisk conta com 80 clientes – entre eles a UPL, do segmento de insumos, e a cooperativa paulista Coopercitrus, que já realizaram mais de 55 mil análises.

A fintech também passou a originar crédito, formalizar o empréstimo e controlar o recebimento, uma espécie de gestão de carteira. Daí nasceu o Crédito Nagro, que contou com um piloto com ticket de até R$ 15 mil, para pequenos produtores, e já registra mais de 800 operações. “A gente percebeu que existia demanda e a operação começou a crescer 30% mês a mês”.

O pecuarista Zirael Luiz, de Morrinho (GO), tornou-se cliente da Nagro em 2019, quando viu uma divulgação da empresa nas redes sociais sobre a facilidade de conseguir crédito. Ele conta que estava acostumado com a burocracia das instituições financeiras tradicionais. “Às vezes, passam dois ou três meses analisando, e o crédito ainda pode ser negado por falta de recurso. Fora o tanto de documentação que eles pedem”, diz o produtor.

Com a Nagro, ele relata ter feito todo o processo e recebido o dinheiro em menos de 24 horas. Outra vantagem foi poder ter realizado a solicitação e envio de documentos totalmente online.

Criador de gado de corte e leite, Zirael está pensando em começar a plantar soja. A ideia inicial era usar recursos próprios, mas caso não seja suficiente, ele já vê a Nagro como uma alternativa para não ter que vender animais para levantar capital.

Diante do ritmo de crescimento, a startup de Uberlândia pretende dobrar o quadro de funcionários, de 50 para 100 pessoas, até o fim do ano que vem. A empresa destaca que 10% de seus negócios vêm de indicações de produtores rurais que já tomaram crédito antes e contaram para amigos. Segundo Alves, 70% dos produtores que terminam de pagar um financiamento de Crédito Nagro tomam novos empréstimos.

 

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