O Estado deve colher 4,2 milhões de toneladas de milho no total (safra de verão e safrinha), quantidade 16,2% menor em relação à safra anterior
São Paulo terá de comprar de fora 50% do milho que consome este ano, diz IEA-Apta

A produção de milho em 2020/21 em São Paulo não será suficiente para suprir as necessidades do Estado, aponta o Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta), em relatório divulgado em seu site.
O Estado deve colher 4,2 milhões de toneladas de milho no total (safra de verão e safrinha), quantidade 16,2% menor em relação à safra anterior – o IEA lembra que principalmente a safra de inverno, semeada com atraso, sofreu quebras por causa de estiagem seguida de geadas.
Entretanto, o consumo paulista de milho perfaz 8,23 milhões de toneladas por ano, ou seja, há milho suficiente apenas para metade do necessário.
Leia também no Agrimídia:
- •Congresso APA de Ovos começa hoje em Limeira (SP) e reúne especialistas para debater mercado, sanidade e inovação na avicultura de postura
- •Master Agroindustrial anuncia R$ 250 milhões em investimentos para expansão da suinocultura com produtores integrados
- •Rio Grande do Sul intensifica vigilância após foco de influenza aviária em aves silvestres na Reserva do Taim
- •Curso de avicultura capacita produtores rurais na zona rural de Mossoró (RN)
“Isso requer que o Estado de São Paulo adquira milho de outras unidades da Federação”, cita o IEA-Apta. “Estima-se que a aquisição paulista proveniente de outros Estados totalize 4,91 milhões de toneladas, quantidade 12% maior em relação à importada em 2020.”
O segmento que mais consome milho no Estado – e que provavelmente farão as maiores compras fora do território paulista – são o de avicultura de corte, com 40,2% do consumo, seguido da avicultura de postura e pela suinocultura, com 19,6% e 14,6%, respectivamente.
Atualizando dados.
















