Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,23 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,21 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,33 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 186,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 201,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,75 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,74 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 195,04 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,06 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.203,09 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.085,53 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 201,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 178,26 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 170,55 / cx
Atlas

Consumo mundial de biocombustíveis aumentará até 8% esse ano após um 2020 fraco

O IICA lançou o “Atlas dos biocombustíveis líquidos 2020-2021”, uma ferramenta informativa precisa, confiável e detalhada sobre as principais variáveis em termos de biocombustíveis.

Consumo mundial de biocombustíveis aumentará até 8% esse ano após um 2020 fraco

Os biocombustíveis líquidos se tornaram uma importante ferramenta para a descarbonização do transporte terrestre e é o setor agropecuário o que aporta as matérias-primas fundamentais para industrializar e produzir esses combustíveis biológicos mais ecológicos.

A produção e o consumo de biocombustíveis líquidos — estabelecidos como uma opção de transição energética limpa — diminuiu de forma significativa em 2020, devido às restrições de mobilidade e à queda da atividade econômica.

No entanto, os dados sobre o primeiro semestre de 2021 mostram uma recuperação relevante depois que, entre 2000 e 2019, a produção e o consumo de biocombustíveis líquidos se multiplicou por 11.

De acordo com o “Atlas dos biocombustíveis líquidos 2020-2021”, recentemente publicado pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), em 2020 as matérias-primas mais utilizadas na produção de biodiesel foram os óleos vegetais, entre os quais se destacam o de palma (32%), o de soja (26%) e o de canola (15%).

Os 27% restantes correspondem a outras matérias-primas, como os óleos vegetais usados, gorduras animais e outros óleos vegetais virgens, como o de girassol. Igualmente, o milho e a cana-de-açúcar foram as matérias-primas mais utilizadas na produção de bioetanol, com uma participação de 63% e 30%, respectivamente.

Assim, o biodiesel é produzido a partir de matérias-primas biológicas para substituir o diesel fóssil; e o bioetanol para substituir gasolinas originadas a partir de petróleo.

Neste ano, a diminuição das restrições de mobilidade veicular, em comparação com 2020, permitiram que o consumo de biocombustíveis líquidos, no nível agregado, decolasse, com resultados positivos na União Europeia, nos Estados Unidos, na Indonésia, na Índia e na Argentina.

Dessa maneira, diversos cenários projetam um aumento do consumo mundial na ordem de 5% a 8% ao ano em 2021, em comparação com 2020.

O crescente consumo de biocombustíveis foi impulsionado pela formulação de políticas públicas que autorizam e, em muitos casos, promovem o seu uso.

Neste sentido, um dos instrumentos mais utilizados pelos países é a reserva de cotas de mercado, denominada “mandatos de uso de biocombustíveis”.

Em 2020, 65 países estabeleceram mandatos com diversos graus de rigidez e cumprimento. Além disso, Estados subnacionais aplicam essa classe de instrumentos, segundo seu grau de descentralização.
As Américas têm uma participação destacada tanto na produção como no consumo e no estabelecimento de “mandatos de uso de biocombustíveis”, especialmente na região sul e norte do continente.

De acordo com o especialista internacional em biocombustíveis do IICA, Agustín Torroba, o “Atlas dos biocombustíveis líquidos 2020-2021” é uma importante ferramenta que permite que os técnicos governamentais e os decisores de políticas públicas disponham de informações precisas, confiáveis e detalhadas sobre as principais variáveis em termos de biocombustíveis. Isso lhes permite estar atualizados com as últimas tendências globais e ter informações completas para a articulação de estruturas normativas e a formulação de políticas públicas.

Além de seu uso no transporte terrestre, os biocombustíveis começaram a ser usados em outros setores, como a aviação. Neste sentido, em 2007, o biojet (biocombustível que substitui o combustível fóssil jet fuel) mostrou seus primeiros consumos regulares e, a partir de 2020, começou a ser significativamente utilizado, devido a uma nova capacidade instalada. Além disso, diversos países começaram a analisar e implementar mandatos de uso de biocombustíveis nesse segmento.

Os governos da Noruega e da Suécia promulgaram leis em apoio aos biocombustíveis sustentáveis na aviação, enquanto a França está discutindo um mandato a esse respeito para a sua introdução no curto prazo. Também em outros Estados membros da União Europeia (UE), inclusive na Alemanha, nos Países Baixos e na Espanha, o assunto tem sido debatido; nos Estados Unidos, várias iniciativas desse setor estão em andamento; e o Brasil já possui especificações de qualidade aprovadas.

Atualmente os biocombustíveis líquidos continuam a se consolidar como parte de uma transição mais limpa, no âmbito de um paradigma de mobilidade baseado na combustão interna.

Enquanto novos paradigmas de mobilidade (eletromobilidade, propulsão por hidrogênio etc.) começam a se desenvolver com um tempo de massificação considerável, os biocombustíveis constituem uma alternativa ambientalmente mais sustentável do que os combustíveis fósseis, sem grandes mudanças técnicas. Além disso, permitem agregar valor e diversificar a produção agropecuária, gerando emprego e impactos econômicos positivos nos produtores rurais.

Acesse a publicação do IICA “Atlas dos biocombustíveis líquidos 2020-2021”

 

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Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 70,23
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 121,22
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 128,21
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 10,21
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
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  • Suíno - Estadual
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    R$ 6,76
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    R$ 6,51
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    Grande São Paulo (SP)
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    R$ 201,13
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    R$ 168,74
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    Bastos (SP)
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    SP
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  • Frango - Indicador
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  • Trigo Atacado - Regional
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    R$ 1.085,53
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
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    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 178,26
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 158,13
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 170,55
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