Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
Destaque Todas Páginas
Comércio Exterior

Mesmo com suspensão de frigoríficos exportação de frango para os árabes cresceu 15%

O crescimento ocorreu mesmo com a decisão da Arábia Saudita, em janeiro, de barrar a entrada de carne oriunda de 5 frigoríficos brasileiros 15%

Compartilhar essa notícia
Mesmo com suspensão de frigoríficos exportação de frango para os árabes cresceu 15%

A pauta de exportações de proteína animal, especialmente a de frango, cresceu no primeiro trimestre de 2019 em relação ao mesmo período do ano passado. A informação é da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, que confirma um aumento de 15% entre janeiro e março, quando foram negociados US$ 3,2 bilhões. O crescimento ocorreu mesmo com a decisão da Arábia Saudita, em janeiro, de barrar a entrada de carne oriunda de 5 frigoríficos brasileiros alegando “critérios técnicos” para a suspensão das importações.

Em meio à tensão diplomática envolvendo a política de aproximação do presidente Jair Bolsonaro com Israel, que tem gerado desconforto entre as nações árabes, as exportações de proteína animal e de outros produtos ainda tem espaço para crescer, segundo o secretário geral da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Tamer Mansour. Mas para isso, o Brasil precisa incrementar a habilidade diplomática para conseguir fazer um upgrade na pauta de exportação, passando de grãos, carne, açúcar e minério de ferro para produtos de maior valor agregado.

“O Brasil está se tornando uma potência em produtos halal [que estão de acordo com as jurisprudências islâmicas, sendo permitido o consumo pela comunidade muçulmana]. O país é hoje o maior exportador de proteína halal do mundo, mas existe um potencial grande de exportar outros produtos. Estamos falando de cosméticos e farmacêuticos, por exemplo, mas o Brasil precisa se adaptar ainda mais para ter esse avanço”, diz Mansour.

Em 2017, a balança comercial com as 22 nações da Liga Árabe foi recorde, apresentando um superávit de R$ 7 bilhões (US$ 13,5 bilhões em exportações e US$ 6,5 bilhões em importações), segundo levantamento da Câmara de Comércio Árabe Brasileira. Quase US$ 4 bilhões, um terço da receita de exportações, foram de carne de frango ou bovina. Em contrapartida, compramos dos árabes, basicamente, combustíveis, fertilizantes e produtos químicos, que somam 90% da pauta de importação.”

Assuntos Relacionados exportações
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329