Na última sexta-feira, 11, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que os negociadores americanos chegaram a um “substancial” acordo com a China
Somos parceiros dos chineses e não mudaremos mercado tão rapidamente, diz ministra

Na semana em que se prepara para viajar para a China, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, avaliou que o acordo prévio entre o país asiático e os Estados Unidos não deve trazer efeitos imediatos ao Brasil. Na última sexta-feira, 11, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que os negociadores americanos chegaram a um “substancial” acordo com a China. Com isso, os EUA suspenderam a imposição de novas tarifas, agendada inicialmente para o próximo dia 15.
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O Brasil, lembrou a ministra, concorre com os Estados Unidos nas exportações de alguns produtos importantes, como soja e carnes, ao país asiático. Ela afirmou que só será possível mensurar os impactos quando o governo brasileiro conhecer o acordo na íntegra, mas admitiu que uma negociação entre os dois países afeta o Brasil. “É cedo ainda para fazer esse balanço com precisão. Precisamos conhecer o que os Estados Unidos vão fazer, o que a China vai fazer e como o Brasil se encaixa nisso aí. Mas somos grandes parceiros dos chineses e eu acho que a gente não muda o mercado assim tão rapidamente”, afirmou a ministra após uma reunião com senadores, em Brasília.
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Na viagem à China, adiantou, o governo brasileiro vai tentar ampliar o mercado de exportação para produtos como farelo de soja, algodão e frutas. Com a presença do presidente Jair Bolsonaro naquele país, afirmou, novidades deverão ser anunciadas.





















