Ampliação de mercados ajudou a contornar bloqueio russo
Argentina, Uruguai e Chile ampliam importações de carne suína

Países como Argentina, Uruguai e Chile estão entre os principais importadores da carne suína brasileira. A ampliação de embarques para estes mercados ajudou o Brasil a contornar os efeitos do bloqueio russo sobre as exportações da proteína. Para o mercado chinês, as vendas seguem em franco crescimento, com números 162% acima dos registrados em 2017. As informações são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)
As vendas da carne suína in natura totalizaram 35,7 mil toneladas em fevereiro, o volume foi 19,1% inferior as 44,1 mil toneladas embarcadas no mesmo período de 2017. Em receita, os valores chegaram a US$ 76,9 milhões, saldo 25% inferior aos US$ 102,6 milhões obtidas no ano anterior.
Já para o acumulado do ano, os embarques alcançaram 81 mil toneladas, uma queda de 17% comparado com 2017, que teve registros de 98,6 mil toneladas. Na receita das vendas do bimestre, os números chegaram a US$ 174,4 milhões, 23,3% a menos que as US$ 227,2 milhões realizadas em 2017.
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