Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Vaivém das Commodities

Brasil pode exportar 5% menos carne de frango neste ano

Embargo da UE e questionamento sobre abate da Arábia Saudita são fatores preocupantes para o setor

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Brasil pode exportar 5% menos carne de frango neste ano

De acordo com o colunista Mauro Zafalon, Vaivém das Commodities, da Folha de São Paulo, o Brasil iniciou 2017 com 58 unidades frigoríficas aptas para exportar frango para a União Europeia. Atualmente são apenas 24.

Desde o primeiro trimestre do ano passado, o setor avícola vive momentos tumultuados. Essa situação traz um cenário inédito para o setor.

Pela primeira vez, desde 2009, a produção de carne de frango deverá cair e, consequentemente, afetar as exportações. O setor esperava um aumento de 3% a 4% nas vendas externas deste ano. Se continuar esse cenário desfavorável, as exportações vão recuar 5%.

“Antes, passávamos 80% de nosso tempo abrindo mercados. Agora, passamos 80% de nosso tempo tentando manter esses mercados”, diz Francisco Turra, presidente da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal).

O Brasil enfrenta problemas em dois dos principiais mercados para a carne brasileira de frango: a União Europeia e a Arábia Saudita.

No caso da União Europeia, o Ministério da Agricultura brasileiro suspendeu as exportações de 15 frigoríficos que vendiam para o continente europeu.

A União Europeia recebe anualmente 440 mil toneladas de carne de frango do Brasil, via cotas. Esse volume é importante para os europeus, uma vez que eles também exportam e precisam manter os contratos deles de vendas externas.

“A autossuspensão deixou os europeus mais irritados com o descumprimento das cotas do que com os problemas sanitários, que são coisas do passado e resolvidas”, diz o presidente da ABPA.

No caso da Arábia Saudita, que importa 14% do frango exportado pelo Brasil, os árabes estão questionando o sistema de abate.

Por princípios religiosos, querem a eliminação da insensibilização dos animais, que é feita via choque.

Os problemas não param por aí. O Brasil tem ainda pendências com a China, outro importante mercado.

Até a África do Sul, que está com problemas sanitários internos, chegou a, embora timidamente, acusar o Brasil de ser responsável pelo problema.

 

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