Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Vaivém das Commodities

Brasil pode exportar 5% menos carne de frango neste ano

Embargo da UE e questionamento sobre abate da Arábia Saudita são fatores preocupantes para o setor

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Brasil pode exportar 5% menos carne de frango neste ano

De acordo com o colunista Mauro Zafalon, Vaivém das Commodities, da Folha de São Paulo, o Brasil iniciou 2017 com 58 unidades frigoríficas aptas para exportar frango para a União Europeia. Atualmente são apenas 24.

Desde o primeiro trimestre do ano passado, o setor avícola vive momentos tumultuados. Essa situação traz um cenário inédito para o setor.

Pela primeira vez, desde 2009, a produção de carne de frango deverá cair e, consequentemente, afetar as exportações. O setor esperava um aumento de 3% a 4% nas vendas externas deste ano. Se continuar esse cenário desfavorável, as exportações vão recuar 5%.

“Antes, passávamos 80% de nosso tempo abrindo mercados. Agora, passamos 80% de nosso tempo tentando manter esses mercados”, diz Francisco Turra, presidente da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal).

O Brasil enfrenta problemas em dois dos principiais mercados para a carne brasileira de frango: a União Europeia e a Arábia Saudita.

No caso da União Europeia, o Ministério da Agricultura brasileiro suspendeu as exportações de 15 frigoríficos que vendiam para o continente europeu.

A União Europeia recebe anualmente 440 mil toneladas de carne de frango do Brasil, via cotas. Esse volume é importante para os europeus, uma vez que eles também exportam e precisam manter os contratos deles de vendas externas.

“A autossuspensão deixou os europeus mais irritados com o descumprimento das cotas do que com os problemas sanitários, que são coisas do passado e resolvidas”, diz o presidente da ABPA.

No caso da Arábia Saudita, que importa 14% do frango exportado pelo Brasil, os árabes estão questionando o sistema de abate.

Por princípios religiosos, querem a eliminação da insensibilização dos animais, que é feita via choque.

Os problemas não param por aí. O Brasil tem ainda pendências com a China, outro importante mercado.

Até a África do Sul, que está com problemas sanitários internos, chegou a, embora timidamente, acusar o Brasil de ser responsável pelo problema.

 

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