No Mato Grosso o preço do suíno vivo se manteve estável e passou de R$ 2,36 para R$ 2,37
Preços do suíno vivo disparam na maior parte dos estados

O preço do suíno vivo na maioria dos estados levantados pela Suinocultura Industrial registrou aumento nesta semana. A maior alta foi no Paraná, onde o valor chegou a R$ 4, ou seja, aumento de 25% sobre os R$ 3,20 da semana anterior, segundo dados da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS).
Em sete dos nove estados, cujos valores da Bolsa de Suínos foram disponibilizados, houve aumento no preço do suíno vivo. Depois do Paraná, o maior aumento de preço foi em Goiás, estado em que o quilo do vivo foi de R$ 3,30 a R$ 3,80, ainda conforme informações da ABCS.
O estado de São Paulo vem em seguida, com uma alta de preço de 14,46%. Neste caso, segundo a Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS), o quilo do suíno vivo foi de R$ 3,25 a R$ 3,72.
Leia também no Agrimídia:
- •Nova UPL da Colonias Unidas inicia operação no Paraguai com suporte técnico da Agroceres PIC
- •Exportações aquecidas e custos favoráveis contrastam com aumento das recuperações judiciais no agro
- •Treinamento no RS atualiza técnicos sobre novas regras para granjas de reprodutores suínos certificadas
- •Espanha amplia controle da Peste Suína Africana após novos casos em javalis na região de Barcelona
Na avaliação do presidente da entidade, Valdomiro Ferreira Júnior, verificou-se uma boa procura por animais vivos, de modo que a bolsa de suínos foi “conservadora”. Segundo ele, a preocupação do setor continua sendo o alto custo de produção e os elevados preços de milho e farelo de soja. “Com as atuais referências o suinocultor continua perdendo”, disse.
Em Santa Catarina, o preço do suíno vivo na bolsa passou de R$ 2,80 para R$ 3,20. A alta neste caso foi de 14,29%, segundo a Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS). No estado de Minas Gerais a bolsa de suínos foi estabelecida no patamar de R$ 3,80, valor 11,76% maior que os R$ 3,40 da semana anterior. Os números foram divulgados pela Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg).
“O varejo do estado, seja em Belo Horizonte ou no interior, está completamente desabastecido e este é um momento que exige planejamento das vendas de animais vivos por parte dos suinocultores”, disse em nota o presidente da Asemg, Antônio Ferraz. “Temos que ter cautela para diluirmos a nossa oferta nos próximos quinze dias e assim conservarmos o valor pago pelo quilo do suíno vivo em patamares mais confortáveis para nós suinocultores.”
No Rio Grande do Sul o aumento no preço do suíno vivo foi de R$ 0,11, passando de R$ 3,15 da semana anterior para R$ 3,26 nesta, segundo a Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs).
Confira todos os preços do suíno vivo e insumos aqui.





















