Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,63 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,56 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,38 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,13 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,98 / kg
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Suíno - Estadual PRR$ 6,63 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 183,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 200,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 207,88 / cx
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Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 201,78 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,81 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.251,18 / t
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Desvalorização do Real elevou atratividade do agro no 1º semestre

Em Real, o faturamento externo do agronegócio cresceu cerca de 10%, devido à depreciação da moeda nacional

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Desvalorização do Real elevou atratividade do agro no 1º semestre

As vendas externas do agronegócio brasileiro somaram US$ 49 bilhões no primeiro semestre de 2018, alta de 2% frente ao mesmo período do ano passado, segundo indicam pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. Esse resultado esteve atrelado ao aumento de quase 4% no volume exportado, já que os preços médios em dólar caíram no período. Em Real, o faturamento externo do agronegócio cresceu cerca de 10%, devido à depreciação da moeda nacional.

Pesquisadores do Cepea indicam que o destaque do primeiro semestre foi o câmbio. Como o Real se desvalorizou quase 10% na média do período, houve aumento da atratividade das vendas externas. Com isso, a competitividade dos produtos exportados pelo setor voltou a crescer no primeiro semestre de 2018.

O maior volume exportado no primeiro semestre deste ano, por sua vez, se deve ao crescimento das vendas de produtos do setor florestal, suco de laranja, milho, algodão e frutas.

A China manteve-se como principal destino das exportações do agronegócio brasileiro no primeiro semestre deste ano, com participação de mais de 36% do total, seguida por países da Zona do Euro (13,6%) e pelos Estados Unidos (6,3%). A demanda chinesa segue concentrada nos produtos do grupo cereais/leguminosas/oleaginosas, que representou mais de 80% das compras do país asiático.

Para o segundo semestre deste ano, espera-se maior volatilidade cambial, por conta das eleições no País. Além disso, pesquisadores do Cepea ressaltam que, com a alteração da política comercial de importantes parceiros comerciais do Brasil, fica difícil prever o efeito líquido sobre as exportações do setor. Por um lado, as vendas podem crescer para parceiros afetados pelo aumento das tarifas impostas pelos Estados Unidos, mas, por outro, o País pode ter que negociar compras e vendas desses produtos com parceiros importantes como China, Estados Unidos e México.

Além disso, o clima já reduziu a oferta de importantes produtos, como o milho e o café. Mesmo assim, em termos gerias, a safra brasileira deve se manter em bons níveis em 2018. As atenções e preocupações neste segundo semestre devem se voltar ao desenvolvimento da safra norte-americana e desdobramentos da política comercial. Diante de problemas internos e externos, manter o mesmo nível de exportações de 2017, ou algo próximo, será um desafio para o setor nacional em 2018.

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