Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,81 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 148,71 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,70 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,97 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,90 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,77 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,63 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 151,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 143,71 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.574,15 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.459,99 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 135,29 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,91 / cx
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Mercado

Lideranças do agronegócio confiam em reabertura da Rússia

As lideranças do agronegócio catarinense ressaltam a qualidade da carne e acreditam que o mercado será reaberto em breve

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Lideranças do agronegócio confiam em reabertura da Rússia

As lideranças do agronegócio catarinense demonstraram certa preocupação com o fechamento da Rússia para importação de carne suína e bovina de alguns frigoríficos brasileiros, a partir de 1º de dezembro, mas ressaltam a qualidade da carne e acreditam que o mercado será reaberto em breve. O serviço veterinário russo alegou ter encontrado algumas substâncias, como a ractopamina, que melhora o desempenho na criação de suínos, mas que é proibido na Rússia.

“Não há problema nos nossos produtos, as indústrias e o Ministério da Agricultura já responderam sobre isso e acreditamos que não terá impacto em outros mercados”, disse o diretor-executivo do Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados de Santa Catarina (Sindicarne), Ricardo Gouvêa.

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) divulgou nota onde demonstrou preocupação com a medida, ressaltou a qualidade do produto nacional, que é exportado para mais de 70 países e confia no trabalho do Ministério da Agricultura para a reabertura do mercado.

O presidente da Associação Catarinense dos Criadores de Suínos (ACCS), Losivanio Luiz de Lorenzi, disse que desde 2003 historicamente os russos impõe algum embargo no final do ano, que normalmente é um período em reduzem os embarques pelo inverno no Hemisfério Norte, com o congelamento de alguns portos. “Acredito que é mais uma medida protecionista”, avaliou Lorenzi.

O presidente da Companhia Integrada para o Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), e vice-presidente da Federação da Agricultura do Estado de Santa Catarina (Faesc), Enori Barbieri, também avalia que essa é uma medida para barganhar a venda de produtos russos para o Brasil, como trigo. Ele demostrou certa preocupação com o impacto em outros mercados mas confia que a Rússia deve reabrir os embarques até o início do ano que vem.

A Rússia responde por quase metade das exportações catarinenses de carne suína. Eles compraram 89 mil toneladas das 207 mil toneladas embarcadas pelo estado, o que representa US$ 242 milhões de um total US$ 508 milhões.

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