Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,94 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,61 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,99 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,45 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,00 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.453,63 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,88 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Mercado

Lideranças do agronegócio confiam em reabertura da Rússia

As lideranças do agronegócio catarinense ressaltam a qualidade da carne e acreditam que o mercado será reaberto em breve

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Lideranças do agronegócio confiam em reabertura da Rússia

As lideranças do agronegócio catarinense demonstraram certa preocupação com o fechamento da Rússia para importação de carne suína e bovina de alguns frigoríficos brasileiros, a partir de 1º de dezembro, mas ressaltam a qualidade da carne e acreditam que o mercado será reaberto em breve. O serviço veterinário russo alegou ter encontrado algumas substâncias, como a ractopamina, que melhora o desempenho na criação de suínos, mas que é proibido na Rússia.

“Não há problema nos nossos produtos, as indústrias e o Ministério da Agricultura já responderam sobre isso e acreditamos que não terá impacto em outros mercados”, disse o diretor-executivo do Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados de Santa Catarina (Sindicarne), Ricardo Gouvêa.

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) divulgou nota onde demonstrou preocupação com a medida, ressaltou a qualidade do produto nacional, que é exportado para mais de 70 países e confia no trabalho do Ministério da Agricultura para a reabertura do mercado.

O presidente da Associação Catarinense dos Criadores de Suínos (ACCS), Losivanio Luiz de Lorenzi, disse que desde 2003 historicamente os russos impõe algum embargo no final do ano, que normalmente é um período em reduzem os embarques pelo inverno no Hemisfério Norte, com o congelamento de alguns portos. “Acredito que é mais uma medida protecionista”, avaliou Lorenzi.

O presidente da Companhia Integrada para o Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), e vice-presidente da Federação da Agricultura do Estado de Santa Catarina (Faesc), Enori Barbieri, também avalia que essa é uma medida para barganhar a venda de produtos russos para o Brasil, como trigo. Ele demostrou certa preocupação com o impacto em outros mercados mas confia que a Rússia deve reabrir os embarques até o início do ano que vem.

A Rússia responde por quase metade das exportações catarinenses de carne suína. Eles compraram 89 mil toneladas das 207 mil toneladas embarcadas pelo estado, o que representa US$ 242 milhões de um total US$ 508 milhões.

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