Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,25 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,55 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,04 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,94 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,66 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,85 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 183,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 198,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 208,49 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 221,27 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 201,69 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,88 / kg
Frango - Indicador SPR$ 6,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.251,49 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.114,33 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 224,54 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 193,77 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 178,31 / cx
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Estratégia de escoamento leva à redução de 27% no preço do frete da soja de MS via Paranaguá

A diferença entre Ponta Porã e o Porto de Santos é de 1.202 quilômetros, já a distância entre o município sul-mato-grossense e o porto de Paranaguá é de 1.089 quilômetros.

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Estratégia de escoamento leva à redução de 27% no preço do frete da soja de MS via Paranaguá

A diferença entre Ponta Porã e o Porto de Santos é de 1.202 quilômetros, já a distância entre o município sul-mato-grossense e o porto de Paranaguá é de 1.089 quilômetros. Os números mostram que levar a soja pontaporanense ao mercado externo via Paraná resulta em uma viagem de 130 quilômetros mais curta do que indo por São Paulo, entretanto, a redução no preço do frete é de 27% ao optar pela região Sul do País.

 Os números foram apresentados no último Informativo Casa Rural, divulgado pelo Departamento de Economia do Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS, que reforçam a importância do porto paranaense para agricultura sul-mato-grossense, sendo responsável por aproximadamente 45% das vendas negociadas internacionalmente pelo Estado.
 De acordo com os dados da Secex – Secretaria de Comércio Exterior, foram enviadas por Paranaguá entre janeiro e fevereiro deste ano 62,3 mil toneladas das  144,4 mil toneladas registradas ao  todo, no período analisado. Para o analista econômico do Sistema Famasul, Luiz Gama, além da distância, outros fatores contribuem para que o porto paranaense esteja no topo nos embarques de soja. “Paranaguá já é tradicionalmente o mais usado para exportar commodities agrícolas e as rodovias têm uma melhor estrutura logística”.

O que beneficiou o fluxo das exportações via Paranaguá na avaliação do gestor do Departamento Técnico do Sistema Famasul, Justino Mendes, foi a construção de portos secos e o agendamento dos embarques do porto de Paranaguá. “A melhor estrutura resulta nesta economia. Recentemente, o porto fez um arranjo logístico, onde foram instalados portos secos em Cascavel, Maringá e Londrina. Essa ação diminuiu a fila de espera dos caminhões”.   O porto seco é uma estrutura criada para armazenamento e transporte via ferrovia até o terminal portuário.

Em Ponta Porã, o segundo maior produtor de soja de Mato Grosso do Sul, a diferença no valor do frete foi a maior entre as praças estudadas pela instituição em relação aos dois portos. Para embarcar uma tonelada via Paranaguá, o gasto é de R$ 150, valor 40 reais a menos que o patamar contabilizado no posto paulista.

Em Dourados, a diferença é de 15,5%, considerando R$ 170/ton via Santos e R$ 147,2/ton via Paranaguá. Se a soja é vendida por sojicultores de Maracaju, a distância de preços é de 14,8%, tomando em conta que o frete via Paranaguá é de R$ 156,85/ton, enquanto que via Santos é de R$ 180/ton.

O Estado ocupa a 6ª posição no ranking nacional das exportações, com a receita das vendas totalizando US$ 52 milhões no primeiro bimestre deste ano. A China importou 82% da soja exportada pelo Estado, o que corresponde a  117 mil toneladas.

Mercado interno –  a soja foi vendida a uma média de R$ 61 a saca na primeira semana de março, com queda de 2,1% ao início da semana. “Esta redução está associada ao período da colheita, que acaba levando a uma maior disponibilidade do grão”, salienta o analista econômico do Sistema Famasul, Luiz Gama. Acesse: http://zip.net/bcs1vv e leia o Informativo na íntegra.

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