Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Sanidade

Retirada da vacina contra a febre aftosa está a caminho

Medida é apoiada pelas indústrias de aves e suínos impactadas no mercado externo pela adoção da vacina em todo o país

Retirada da vacina contra a febre aftosa está a caminho

Em janeiro de 2017, o governo federal dará início a rodadas de discussões em todo o Brasil a fim de finalizar a revisão do plano de retirada da vacinação contra a febre aftosa. Segundo Guilherme Marques, diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura e presidente da Comissão Regional da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) para as Américas, a etapa de revisão técnica foi concluída após um ano de trabalho.

O presidente da Comissão Regional da OIE para as Américas esclarece que nada será feito de forma abrupta. A retirada será gradual, em nichos geográficos de produção, levando em conta riscos sanitários e comerciais. Embora o cronograma ainda não esteja fechado, o governo trabalha com a hipótese de dar início à retirada gradual a partir de novembro de 2018. A medida é apoiada pelas indústrias de aves e suínos, impactadas no mercado externo pela adoção da vacina em todo o país – exceto em Santa Catarina.

“Mercados importantes ainda têm restrições a países que vacinam, pois entendem que se a imunização é feita é porque existem focos da doença”, reforça Francisco Turra, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

O mesmo otimismo não é visto entre os produtores de carne bovina. Para a Federação da Agricultura no Estado (Farsul), o processo só poderá ser concretizado quando houver segurança nas fronteiras.

“É muito temerário e não vejo nenhum ambiente para isso, nem a médio prazo”,  avalia Gedeão Pereira, vice-presidente da Farsul.

A extensa faixa de fronteira do país, segundo Pereira, não dá garantias para afastar a doença.

“Já acessamos mercados exigentes, como os Estados Unidos. Não podemos arriscar tudo agora, experiências traumáticas no passado já nos ensinaram isso”, completa o dirigente, referindo-se ao episódio de Joia, ocorrido em 2000.

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