Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Estimativa

Produção brasileira de ovos mantém estabilidade em 2016

Mesmo sendo o setor que menos sofreu com a crise do milho, a produção brasileira de ovos deverá atingir neste ano 39,1 bilhões de unidades produzidas, número 0,8% inferior às 39,5 bilhões de unidades registradas em 2015

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Mesmo sendo o setor que menos sofreu com a crise do milho, a produção brasileira de ovos deverá atingir neste ano 39,1 bilhões de unidades produzidas, número 0,8% inferior às 39,5 bilhões de unidades registradas em 2015.  Os números foram apresentados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) na manhã da última terça-feira (14/12)

De acordo com o diretor-executivo da Associação Paulista de Avicultura (APA), José Roberto Bottura, em função do aumento no custo de produção, o setor tomou medida rápidas e descartaram os lotes mais velhos e de menor produtividade. “Assim, conseguiram recuperar rapidamente a margem de lucro, que não é exagerada, mas também não ficaram no vermelho”, contou em entrevista exclusiva ao Anuário da Avicultura 2017 – Leia a matéria completa AQUI.

Já as exportações do setor retraíram 45% em relação ao ano anterior, partindo de 18,7 mil toneladas em 2015 para 10,2 mil toneladas neste ano. Em receita, as vendas chegarão a US$ 14 milhões, saldo 40,8% inferior ao obtido no ano passado (US$ 23,6 milhões). Os Emirados Árabes lideram as exportações de ovos, com 64%. Seguido pelo Japão, 20%; Arábia Saudita, 4%; e Uruguai e Bolívia com 3%.

“Fato é que a cadeia produtiva, mesmo em meio a este temporal, seguiu sustentável e competitivo. Mais que isto: em comparação com outras proteínas, o ovo foi a menos impactado neste momento de crise”, avalia o presidente do Instituto Ovos Brasil (IOB) e vice-presidente do International Poultry Council, Ricardo Santin.

No próximo ano, o setor espera uma elevação de 2% na produção de ovos e de até 3% nas exportações. Com a menor oferta, o consumo per capita de ovos deverá decrescer 0,7%, chegando a 190 unidades (contra 191 unidades de 2015). “Acreditamos em um aumento de consumo, impulsionado pela retomada econômico, ficando o consumo per capita do Brasil mais próximo da média mundial. Neste contexto, vale ressaltar que muitas pessoas estão migrando para consumo de alimentos saudáveis, o que favorece o ovo”, disse Santin à Avicultura Industrial.

 

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