Detecção ocorreu na região do Taim e não afeta o status sanitário do estado nem o comércio de produtos avícolas
Influenza Aviária é confirmada em aves silvestres no Rio Grande do Sul

O Rio Grande do Sul confirmou a presença do vírus da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves silvestres na região da Reserva do Taim, em Santa Vitória do Palmar. O caso foi identificado após a notificação de aves mortas e doentes, com posterior confirmação laboratorial.
As amostras foram analisadas pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Campinas (LFDA-SP), unidade de referência para diagnóstico da doença no Brasil.
Caso envolve fauna silvestre
O foco foi registrado em cisnes da espécie Coscoroba coscoroba, conhecida como cisne-coscoroba, ave típica de áreas úmidas do Sul do país. Segundo as autoridades sanitárias, a ocorrência não envolve granjas comerciais.
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A Secretaria da Agricultura do Estado informou que o caso não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul nem do Brasil, uma vez que se restringe a aves silvestres.
Plano de contingência ativado
Equipes do serviço veterinário oficial reforçaram o monitoramento na região e ativaram as medidas previstas no plano de contingência para Influenza Aviária. A ação ocorre em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsável pela gestão da unidade de conservação.
As autoridades destacam que não há risco no consumo de carne de frango ou ovos inspecionados, e que a vigilância contínua é fundamental para proteger a produção avícola e manter a credibilidade sanitária brasileira no mercado internacional.





















