Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx
Empresas

CMPC prevê faturar R$ 1,3 bi por ano exportando celulose no sul

Fábrica de Guaíba entrou em operação neste domingo.

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CMPC prevê faturar R$ 1,3 bi por ano exportando celulose no sul

Com o cronograma de implantação cumprido à risca, a linha 2 de produção da Celulose Rio-Grandense entrou em operação na noite deste domingo (3). Após dois anos de obras, que além da instalação de novos equipamentos envolveram minuciosos ajustes às exigências ambientais e intensas negociações de relacionamento com a comunidade, a direção da CMPC acionou a nova linha da fábrica de celulose, dando início à primeira fase da operação, a chamada “curva de aprendizado”. Essa fase costuma durar até seis meses, mas a companhia pretende finalizá-la dentro de cinco meses. Desse modo, a inauguração oficial da planta deve ser feita entre setembro e outubro. Além dos esforços concentrados no aumento da efetividade, quadruplicando a produção da fábrica (de 450 mil toneladas para 1,8 milhão de toneladas anuais),  a companhia dedicou atenção especial às questões ambientais, como a redução de cerca de  40% do consumo d’água, utilizando um circuito fechado  para o tratamento de 150 mil metros cúbicos diários de efluentes.

Walter Lídio Nunes,  diretor-presidente da empresa, estima que 20% dos investimentos de cerca de R$ 5 bilhões no projeto foram destinados a tratamento de gases e efluentes da planta. “Se fossem aplicados nos Estados Unidos os parâmetros de preservação que temos aqui seriam fechadas de 80% a 90% das fábricas de celulose que existem lá”, garante. A planta da CMPC em Guaíba ainda terá geração própria de energia por meio de uma usina térmica, que se alimentará da biomassa resultante dos seus processos industriais, e que gerará cerca de 170 MW –capacidade é suficiente para abastecer o equivalente a uma cidade com 300 mil habitantes. Desse volume, 140 MW serão utilizados pela fábrica e 30 MW serão disponibilizados na rede pública, para futura comercialização.

A Celulose Rio Grandense utilizará como apoio logístico o terminal portuário de Pelotas (RS), cidade próxima ao porto de Rio Grande, para receber as toras de madeira procedentes das zonas de cultivo no sul do Estado e transportá-las até a fábrica em Guaíba. Diariamente, a Celulose Riograndense recebe 480 caminhões, cada um carregado com 37 toneladas de toras. O porto pelotense terá também papel importante nas exportações de celulose, servindo como ponto de contato entre a fábrica e o porto de Rio Grande. Só com as exportações a companhia tem a expectativa de faturar R$ 1,3 bilhão anuais – para efeito de comparação, o aporte total de recursos para quadruplicar a capacidade da fábrica é de R$ 5 bilhões. 

A CMPC busca agora agregar maior efetividade na planta 1, instalada no local desde 1972. Os seus processos de produção serão modernizados, mediante a substituição de procedimentos e equipamentos.

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