Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Economia

Redução de créditos presumidos prejudica setor de carnes no RS

Conforme os empresários e representantes de entidades, a redução dos créditos presumidos juntamente com as demais condições desfavoráveis, implica diretamente na perda de competitividade.

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Redução de créditos presumidos prejudica setor de carnes no RS

O Projeto de Lei 214/2015 do poder Executivo – que propõe a redução da apropriação dos créditos presumidos das empresas em 30% – gerou preocupação no setor industrial de carnes do Rio Grande do Sul. Reunidos na manhã desta quinta-feira (25), representantes dos segmentos produtivos de carne bovina, de aves e de suínos decidiram pela mobilização junto ao Governo do Estado e também ao Legislativo para evitar a perda de competitividade do setor.

Durante o encontro, os dirigentes elencaram uma série de fatores que reduzem a competitividade do setor em relação a outros Estados.  Energia elétrica mais cara, insuficiência de matéria prima para a produção (milho) que obriga a aquisição em outros estados, e custo de licenciamento ambiental mais alto são alguns. Soma-se a isso o piso regional do RS, que é mais elevado – R$ 1.053,00 para o setor de alimentos, contra R$ 788,00 do piso nacional – e a distância do RS dos centros consumidores, que torna a logística mais onerosa às indústrias.

Conforme os empresários e representantes de entidades, a redução dos créditos presumidos juntamente com as demais condições desfavoráveis, implica diretamente na perda de competitividade, gerando dificuldades em manterem-se no mercado. Caso a avaliação não seja feita de forma criteriosa, as empresas não descartam a redução da produção ou o direcionamento da produção para plantas em outros centros produtores.

Para uma única empresa presente no encontro, a redução dos créditos presumidos em 30% acarretará um acréscimo de custo de R$ 1 milhão mensal. A solução apresentada é que o RS busque um alinhamento com outras Unidades da Federação, evitando a perda de competitividade dos empresários gaúchos.

Os dirigentes criaram um grupo de trabalho para avaliar os impactos da medida. Atualmente o PL 214/2015 está na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa para parecer.

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