Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Economia

Redução de créditos presumidos prejudica setor de carnes no RS

Conforme os empresários e representantes de entidades, a redução dos créditos presumidos juntamente com as demais condições desfavoráveis, implica diretamente na perda de competitividade.

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Redução de créditos presumidos prejudica setor de carnes no RS

O Projeto de Lei 214/2015 do poder Executivo – que propõe a redução da apropriação dos créditos presumidos das empresas em 30% – gerou preocupação no setor industrial de carnes do Rio Grande do Sul. Reunidos na manhã desta quinta-feira (25), representantes dos segmentos produtivos de carne bovina, de aves e de suínos decidiram pela mobilização junto ao Governo do Estado e também ao Legislativo para evitar a perda de competitividade do setor.

Durante o encontro, os dirigentes elencaram uma série de fatores que reduzem a competitividade do setor em relação a outros Estados.  Energia elétrica mais cara, insuficiência de matéria prima para a produção (milho) que obriga a aquisição em outros estados, e custo de licenciamento ambiental mais alto são alguns. Soma-se a isso o piso regional do RS, que é mais elevado – R$ 1.053,00 para o setor de alimentos, contra R$ 788,00 do piso nacional – e a distância do RS dos centros consumidores, que torna a logística mais onerosa às indústrias.

Conforme os empresários e representantes de entidades, a redução dos créditos presumidos juntamente com as demais condições desfavoráveis, implica diretamente na perda de competitividade, gerando dificuldades em manterem-se no mercado. Caso a avaliação não seja feita de forma criteriosa, as empresas não descartam a redução da produção ou o direcionamento da produção para plantas em outros centros produtores.

Para uma única empresa presente no encontro, a redução dos créditos presumidos em 30% acarretará um acréscimo de custo de R$ 1 milhão mensal. A solução apresentada é que o RS busque um alinhamento com outras Unidades da Federação, evitando a perda de competitividade dos empresários gaúchos.

Os dirigentes criaram um grupo de trabalho para avaliar os impactos da medida. Atualmente o PL 214/2015 está na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa para parecer.

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