De acordo a entidade, o Departamento de Agricultura americano já concluiu que não existe risco ao importar a carne bovina do Brasil.
Lobby nos EUA sobre carne brasileira não surtirá efeito, diz Abiec

A pressão exercida por congressistas americanos para retardar a abertura do mercado dos EUA para a carne bovina in natura do Brasil não deve ter resultados práticos, afirmou hoje ao Valor o diretor-executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Fernando Sampaio.
Segundo ele, a pressão dos congressistas americanos “era esperada”, dada a força que a pecuária tem em alguns Estados americanos. “Esses políticos são representantes de Estados pecuaristas, que pretendem agradar aos seus eleitores. Mas o que interessa é que eles não têm nenhum argumento consistente”, disse.
De acordo com Sampaio, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) já concluiu que “não existe risco nenhum” ao importar a carne bovina brasileira. Os congressistas alegam que a liberação do produto ampliaria o risco de “importar” a febre aftosa para os EUA.
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Conforme o diretor da Abiec, o acordo firmado entre o Ministério da Agricultura brasileiro e o USDA a respeito da liberação recíproca da carne bovina reforça a confiança na abertura do mercado dos EUA.
“Os governos estão dispostos. Não acredito que exista alguma coisa que vá retardar o processo”, disse ele. A consulta pública aberta pelo USDA sobre a abertura do mercado para a carne bovina in natura do Brasil se encerra em 21 de fevereiro, de acordo com o diretor da Abiec.





















