Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,63 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,56 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,38 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,13 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,98 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,79 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 183,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 200,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 207,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 201,78 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,81 / kg
Frango - Indicador SPR$ 6,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.251,18 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.101,12 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 227,54 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 196,95 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 187,56 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 198,58 / cx
Crise da Energia

Crise de energia custará R$ 66 bi este ano, diz JP Morgan

Resultado poderia ser um aumento de até 29% na conta de luz; governo diz que aumentos serão escalonados

Compartilhar essa notícia
Crise de energia custará R$ 66 bi este ano, diz JP Morgan

A crise do setor elétrico deverá representar um custo de R$ 66 bilhões para o Brasil , sendo que a grande maioria desse montante será paga pelo consumidor na conta de luz. O cálculo consta de relatório feito pelos analistas do banco JP Morgan, Marcos Severine e Henrique Peretti. No documento, eles preveem que a tarifa de energia poderia subir até 29% no ano que vem.

Segundo os analistas, só o custo da energia térmica custará R$ 28,9 bilhões. Desde o ano passado, com menos chuvas e queda no nível dos reservatório, todas as térmicas – desde as mais baratas até as mais caras – estão sendo obrigadas a operar de forma ininterrupta para poupar água. Na quarta-feira, por exemplo, as térmicas representavam 24,81% da geração nacional e as hidrelétricas, 56,28%. Em tempos de reservatório cheio, as hídricas podem gerar cerca de 90% da energia consumida no País.

No último cálculo feito pelo JP Morgan há dois meses, Severine e Peretti apontavam para um custo de R$ 55 bilhões neste ano no setor elétrico. Mas, no meio do caminho, a exposição dos geradores no mercado de curto prazo aumentou e pode representar R$ 25,1 bilhões (a previsão inicial era R$ 14 bilhões).

O problema surgiu com a redução do consumo e manutenção da geração termoelétrica nos últimos meses. Na prática, isso significou menos geração das hidrelétricas, que entregaram quantidade inferior ao previsto nos contratos. Os geradores querem um tratamento especial, a exemplo do dado às distribuidoras. Mas, por enquanto, o governo federal afirma que essas perdas são risco do negócio dos produtores.

Para completar a conta, ainda há a exposição involuntária das distribuidoras que ficaram sem contrato para garantir 100% do mercado, que somaria R$ 11,8 bilhões.

Todos esses custos, uma hora ou outra, serão repassados para o bolso do consumidor brasileiro. Pelo documento, só de repasses que não foram feitos este ano são 18,5% que teriam de entrar na tarifa em 2015. Junta-se a isso subsídios concedidos pelo governo federal em 2013, empréstimo feito pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) que começa a ser pago no ano que vem e repasses da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). No final, a conta poderia subir até 29%.

O Ministério de Minas e Energia , no entanto, garante que o aumento ficará abaixo de dois dígitos e que será escalonado ao longo dos próximos anos. Por outro lado, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), responsável pela análise e autorização dos reajustes anuais das distribuidoras, já havia previsto que só o empréstimo para socorrer as distribuidoras acrescentaria 8 pontos porcentuais no aumento das tarifas em 2015 e 2016. O ministério conta com o retorno de algumas usinas (de empresas que não aceitaram renovar a concessão) para reduzir o impacto na tarifa.

Assuntos Relacionados Brasil
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 71,63
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 122,56
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 129,38
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 10,13
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,98
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,75
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 6,63
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 6,65
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 6,79
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 183,01
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 200,46
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 207,88
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 223,39
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 174,01
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 201,78
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 6,81
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 6,87
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.251,18
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.101,12
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 227,54
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 196,95
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 187,56
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 198,58
    cx

Relacionados

SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326
AI – 1341