Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Controle

Novo sistema vai facilitar diagnóstico da suinocultura gaúcha

Está em vigor desde o início de janeiro, no sistema de Defesa Sanitária Animal da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa).

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Novo sistema vai facilitar diagnóstico da suinocultura gaúcha

Uma nova ferramenta, que vai agilizar o cadastro de propriedades produtoras de suínos que atuam no sistema de integração no Rio Grande do Sul, está em vigor desde o início de janeiro, no sistema de Defesa Sanitária Animal da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa). Atualmente, 90% da produção gaúcha de suínos está enquadrada neste modelo. Antes, o módulo que trata da infraestrutura da propriedade só podia ser alterado nas Inspetorias Veterinárias. Agora, com a modificação no sistema informatizado, os veterinários habilitados das empresas integradoras podem executar o cadastro.

Conforme o coordenador do Programa de Sanidade Suína e da Câmara Setorial de Suínos, Antônio Augusto Medeiros, com essa medida ficará mais claro o real panorama da suinocultura gaúcha. Segundo ele, muitas vezes o produtor não dava a informação correta, por falta de conhecimento. “Agora é o próprio veterinário que vai lançar qual tipo de propriedade, se é creche, terminação, etc.”

Para os produtores que não fazem parte do sistema de produção integrada, a declaração de infraestrutura continua sendo autodeclaratória, nas inspetorias veterinárias.

O assunto foi esclarecido para as entidades que compõem o Conselho Técnico Operacional do Fundesa. Conforme o presidente do Fundo, Rogério Kerber “ter a correta informação do tamanho e da estrutura das propriedades produtoras de suínos no Rio Grande do Sul é um fator importantíssimo para a definição de políticas e estratégias de defesa sanitária animal”.

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